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Apesar de queda no dia, Bolsa tem maior alta semanal em 14 meses

Principal índice da B3, o Ibovespa teve alta de 5,76% neste início de outubro, enquanto a moeda americana terminou o dia quase estável, cotada a R$5,21

7 out 2022 - 19h02
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Apesar da queda de 1,01% nesta sexta-feira, 7, o índice da B3 registrou na semana ganho de 5,76%, terminando aos 116.375 mil pontos. O desempenho foi o melhor desde agosto de 2021, quando o Ibovespa havia subido 5,91%. O dólar encerrou o pregão cotado a R$ 5,21, variação negativa de 0,05%. Na semana, a moeda acumulou perdas de 3,38%.

Operadores observam que o real e seus pares emergentes, como o peso mexicano, resistiram muito bem à onda de liquidação de ativos de risco e ao derretimento das Bolsas em Nova York - o que pode ser atribuído à alta dos preços do petróleo e de commodities agrícolas, além de peculiaridades de cada país, como nível de taxa de juros.

Foto: Daniel Teixeira/Estadão / Estadão

No caso da moeda brasileira, ainda reverbera no mercado a visão de que, seja quem for o vencedor do segundo turno na corrida ao Palácio do Planalto, haverá pouco espaço para aventuras heterodoxas na área econômica, dada a nova configuração do Congresso e o arco de alianças políticas.

Lá fora, ainda prevalecem dúvidas sobre inflação e o efeito que a alta de juros terá sobre o ritmo de atividade econômica. Os dados sobre o mercado de trabalho americano em setembro contribuíram para reforçar a aposta em custos de crédito mais altos para conter as pressões inflacionárias. A taxa de desemprego dos EUA ainda está muito baixa, ao redor de 3,5%

Para Ariane Benedito, economista especializada em mercado de capitais, o relatório americano foi bem recebido. "O payroll americano superou o esperado, reforçando as expectativas por tom ainda mais 'hawkish' (pessimista) do Federal Reserve (Banco Central dos EUA) na condução da política monetária e no combate ao aumento de preços, o que se refletiu no dólar."

Felipe Moura, sócio e gestor da Finacap Investimentos, classifica a semana como amplamente positiva. "Há de novo a questão dos preços domésticos da Petrobras ante essa recuperação dos internacionais, o que pode resultar em defasagem para os combustíveis, algo que o mercado acompanha de perto." E complementa: "Aqui, desde a definição no domingo de um Congresso mais conservador para 2023, positivo para a pauta econômica de interesse do mercado, o índice andou bem."

Estadão
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