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'Anúncio da Moody's foi a correção de um erro', diz ex-secretário do Tesouro sobre piora nas contas

Agência mudou a perspectiva de crédito do Brasil de 'positiva' para 'estável'; para Carlos Kawall, a Moody's deveria ter ido além e enquadrar o cenário em 'negativo'

30 mai 2025 - 19h50
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Ex-secretário do Tesouro Nacional, o sócio-fundador da Oriz Partners, Carlos Kawall, entende que o anúncio feito nesta sexta-feira, 30, pela Moody's, de mudar a perspectiva ao rating (classificação de risco) do Brasil de positiva para estável, foi simplesmente a correção de um erro cometido pela agência.

Kawall comenta que erros muitas vezes são corrigidos em etapas
Kawall comenta que erros muitas vezes são corrigidos em etapas
Foto: Divulgação/Oriz Partners / Estadão

Ele se refere à decisão da Moody's que, em outubro, não só elevou o rating do Brasil, colocando o País um passo do grau de investimento, como manteve a perspectiva positiva da nota.

Agora, com o anúncio desta sexta-feira, a agência deixa de indicar ao mercado a possibilidade de devolver ao País o selo conferido às economias com menor risco de crédito.

"Ter dado o upgrade no ano passado já foi uma surpresa. Dar o outlook positivo foi claramente uma decisão equivocada, sugerindo a iminência do grau investimento", comenta Kawall. "Hoje, o outlook deveria, na verdade, ser negativo. Mas os erros são muitas vezes corrigidos em etapas", acrescenta o economista, para quem, na prática, a Moody's está apenas reconhecendo o erro.

Nesta sexta-feira, 30, a agência mudou a perspectiva para o rating (a classificação) do Brasil de positiva para estável, ao considerar "uma redução dos riscos de crédito positivos diante de uma deterioração acentuada na capacidade de pagamento da dívida".

Estadão
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