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A Mulher da Casa Abandonada: como seria se fosse no Brasil?

Todo mundo está falando desse caso. Mas como seria se fosse no Brasil?

24 jul 2022 - 09h27
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Foto: Reprodução

Muito se falou nesta semana sobre a Mulher da Casa Abandonada. Trata-se de Margarida Bonetti, uma ex-socialite que ao ser acusada de manter uma empregada em regime análogo à escravidão nos Estados Unidos, veio para o Brasil e vive em uma mansão caindo aos pedaços em um bairro nobre de São Paulo.

Ela diz que a história foi inventada pelo FBI, que estaria em complô com alguns advogados para passar por lá uma lei que não deixaria empregadas domésticas com status ilegal caso elas não quisessem mais trabalhar com a família que as levou para os EUA. 

Mas você já parou para pensar o que aconteceria se o caso fosse no Brasil? A legislação brasileira prevê esse tipo de situação? Se fosse o caso de uma família estrangeira mudar para o Brasil e trazer sua empregada doméstica, caso ela queira se desvencilhar dessa família – por qualquer motivo – e não tiver condições de retornar ao seu país, o que acontece com essa pessoa?

Para responder essas questões, consultamos Caio Rodrigues, CEO da Toti Diversidade, startup que oferece formação gratuita em tecnologia e programação para refugiados e migrantes no Brasil, e as insere no mercado de trabalho.

A Mulher da Casa Abandonada: como seria se fosse no Brasil?:
Redação Dinheiro em Dia
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