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'BBB 26': Padre pede desculpas após ofender Ana Paula: 'Fogo da emoção'

O padre que viralizou recentemente após fazer críticas ao comportamento de Ana Paula no BBB 26, gravou um vídeo se retratando nas redes

10 fev 2026 - 11h56
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Uma controvérsia envolvendo redes sociais, fé e o BBB 26 ganhou novo desdobramento após a divulgação de um vídeo de retratação. O padre Gabriel dos Santos Vila Verde Santana, conhecido por sua atuação digital, publicou o pedido de desculpas depois de receber uma notificação extrajudicial enviada pela equipe jurídica de Ana Paula Renault, participante do reality. O episódio teve origem em um storie publicado pelo religioso, que soma mais de 600 mil seguidores, no qual ele fez afirmações duras sobre a sister.

'BBB 26': Padre pede desculpas após ofender Ana Paula: 'Fogo da emoção'/ Reprodução: Globo e Instagram
'BBB 26': Padre pede desculpas após ofender Ana Paula: 'Fogo da emoção'/ Reprodução: Globo e Instagram
Foto: Contigo

De acordo com o documento jurídico, o padre declarou que a participante teria "todos os traços de uma pessoa maligna, capaz de tudo" e ainda afirmou que "quem gosta de gente assim, boa coisa não deve ser". A defesa de Ana Paula Renault destacou que o próprio religioso reconheceu não acompanhar o programa e ter formado sua opinião a partir de recortes de vídeos vistos nas redes sociais. Para os advogados, o uso desse tipo de linguagem, associado à influência espiritual exercida por ele, poderia atingir diretamente a honra e a imagem da participante.

Exigência de retratação e pressão jurídica

Para evitar medidas judiciais mais severas, a notificação estipulou prazo de 24 horas para uma retratação pública. Entre os pontos exigidos estavam o reconhecimento do erro de julgamento, a admissão de que não se pode rotular alguém como "maligna" ou "capaz de tudo" com base apenas em trechos isolados de vídeos, além do pedido para que seus seguidores não utilizem a fé como instrumento de ataque à honra de terceiros. O documento também solicitava um lamento explícito pelo uso de termos considerados ofensivos.

Além disso, a notificação alertava que as publicações já haviam sido preservadas como prova e que o descumprimento das exigências poderia resultar tanto em ações judiciais quanto em uma representação à Cúria Diocesana. O objetivo seria apurar eventual conduta incompatível com o ministério sacerdotal. Assinado pelo advogado Roberto Montanari Custódio e datado de 6 de fevereiro de 2026, o texto deixa claro que o pedido de desculpas divulgado pelo padre ocorreu após pressão jurídica direta, encerrando temporariamente o impasse e abrindo espaço para novos debates sobre responsabilidade e alcance das manifestações públicas nas redes sociais.

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Um post compartilhado por Pe. Gabriel Vila Verde (@pegabrielvilaverde)

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