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Pai de adolescente investigado no caso Orelha se pronuncia: 'Se fez, tem que responder'

Pai de um dos quatro menores suspeitos defende apuração rigorosa no caso do cão comunitário Orelha; saiba detalhes

2 fev 2026 - 11h22
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A morte do cão comunitário Orelha, agredido brutalmente na Praia Brava, em Florianópolis, gerou indignação nacional e ganhou destaque no Fantástico deste domingo, 01/02. A Polícia Civil investiga o envolvimento de quatro adolescentes no crime.

Caso cão Orelha
Caso cão Orelha
Foto: Reprodução/Globo / Contigo

Durante a semana, dois suspeitos foram interceptados ao retornarem de uma viagem aos Estados Unidos, tendo seus celulares apreendidos para perícia. A investigação busca provas digitais nos aparelhos para esclarecer os fatos.

"Os celulares estão apreendidos, eles estão em posse da Polícia Científica, que está realizando a extração de todas as informações dos quatro aparelhos para ver se é encontrado mais algum elemento de informação", disse Renan Balbino, delegado de Adolescentes em Conflito com a Lei.

Pronunciamento do pai

Devido ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a identidade dos jovens permanece sob sigilo. Na reportagem, um dos pais concedeu uma entrevista e garantiu que, se provado, o filho pagará.

"A educação que eu e minha esposa damos para ele não foi de passar a mão na cabeça dele. Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder. Mas tem que ser provado, porque até agora só foram acusações, acusações, acusações e não tem nada, não apresentaram absolutamente nada. A gente quer justiça tanto quanto as outras pessoas", disse.

Ainda mais, Rodrigo Duarte da Silva, advogado de duas famílias, deu detalhes sobre os próximos passos.

"Nós esperamos que os depoimentos sejam colhidos o quanto antes, que a verdade venha à tona e, a partir daí, todos os adolescentes que não têm culpa alguma no caso sejam publicamente inocentados e, se eventualmente algum deles tiver alguma parcela de contribuição com qualquer maus-tratos ou com qualquer pequeno delito de quiosque ou de caminhar nas ruas e etc., que eles sejam, sim, responsabilizados, mas na medida da sua culpabilidade, por óbvio", afirmou o profissional.

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