Thay Bergamim recorda humilhação em teste: 'Passaria fome se quisesse ser atriz'
Em entrevista à Contigo!, Thay Bergamim, intérprete de Betina em A Caverna Encantada, revela 15 curiosidades de sua vida e carreira; confira!
19 fev
2025
- 16h04
(atualizado em 19/2/2025 às 18h35)
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Thay Bergamim, a Betina de A Caverna Encantada (SBT), é apaixonada pela música e atuação. Em entrevista à Contigo! Novelas, a artista revela 15 curiosidades de sua vida e carreira. Confira a seguir.
- Fui descoberta aos 5 anos por um produtor que tinha me visto uma vez e ficou doido atrás de mim, encontrou o telefone do trabalho da minha mãe e, a partir daí, comecei a atuar em publicidade para TV;
- Sempre fui boa em decorar textos! Antes de aprender a ler, decorava as falas dos filmes que assistia, acredito que isso tenha me ajudado mais pra frente no meu trabalho;
- Nunca foi sobre luxo, é sobre amar o que faço. Desde pequena, já passei muito perrengue pra ir fazer teste, até humilhação de professor falando que eu passaria fome se quisesse ser atriz;
- Meus pais foram meus maiores incentivadores. A parte mais importante foi vibrar por cada conquista e nunca, mesmo em momentos mais difíceis, terem me pedido para desistir, ou duvidado da minha capacidade;
- Não sou formada como atriz. Eu estudei bastante, claro, mas não fiz faculdade. Tenho muitos workshops, cursos livres, de cinema, de canto, de dança etc. Porque o ator não para de estudar nunca;
- Cai no universo da dublagem de paraquedas. Eu não fazia ideia de como era dublar quando fiz meu primeiro teste e acabei virando protagonista da série. Foi bem complicado!;
- Quando fiz minha primeira audição de musical, eu não sabia que tinha que cantar música de musical, ia cantar uma música popular. Pagar o maior micão;
- A pandemia ativou meu lado criadora de conteúdo. Estava entediada e resolvi gastar minha criatividade na internet, me ajudou a passar essa fase de uma forma mais leve;
- Meu primeiro autógrafo foi para o meu tio logo que comecei a trabalhar, em 2004, e ele guarda até hoje na carteira dele;
- Aprendi a falar antes de andar. Minha mãe disse que eu falava muito mais do que era normal na minha idade;
- Sou muito dramática! Quando eu era pequena ficava triste com meu pai, eu ia para o quarto chorar olhando uma foto nossa 'da época que ele me amava';
- Eu amo contar histórias, se tem uma coisa que me deixa muito feliz é encontrar uma brecha na conversa pra contar um 'causo' que aconteceu na minha família ou comigo;
- Não sei me despedir, seja pra encerrar um ciclo para sempre ou para uma viagem de fim de semana, eu choro muito;
- Canto o dia inteiro, se eu pudesse eu vivia num musical;
- No palco eu não tenho vergonha nenhuma, amo interagir com os espectadores… mas se eu estiver na plateia, eu até evito contato visual para o ator não interagir comigo porque eu fico muito acanhada.
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