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Recorde de audiência? Saiba qual foi o resultado de Odete espancada por Raquel em Vale Tudo

Vale Tudo, novela das 21h de Manuela Dias, mostrou Odete sendo agredida por Raquel após fazer um comentário racista contra a protagonista

14 ago 2025 - 15h27
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Odete (Debora Bloch) e Raquel (Taís Araujo) de Vale Tudo
Odete (Debora Bloch) e Raquel (Taís Araujo) de Vale Tudo
Foto: Reprodução/Globo / Contigo

Nesta quarta-feira (13), Vale Tudo, novela das 21h de Manuela Dias, exibiu o esperado confronto em Raquel (Taís Araujo) e Odete (Debora Bloch). O capítulo não bateu recorde de audiência, mas conseguiu um bom resultado.

A produção marcou 25,1 pontos de média na Grande São Paulo. O maior índice da obra foi registrado na última terça-feira (12), quando cravou 25,9 pontos com a correria para tirar os restaurantes a maionese envenenada por Walter (Leandro Lima).

No embate da mocinha contra a vilã, a dona da TCA fez um comentário racista e levou um tapa que a fez cair no chão. Apesar do crime, a protagonista não denunciará a poderosa e a irmã de Celina (Malu Galli) também não agirá contra Raquel.

MANUELA DIAS DEFENDE PAOLLA OLIVEIRA AO OUVIR CRÍTICA CONTRA A HELENINHA DE VALE TUDO

Entrevistada pelo jornalista Valmir Moratelli, da revista Veja, Manuela Dias, autora de Vale Tudo, foi surpreendida por um comentário do profissional sobre Paolla Oliveira, a Heleninha da novela. "Para mim, que também acompanhou na versão de reprise de Vale Tudo, a Heleninha hoje para mim é um problema comparado com o trabalho anterior", avaliou o repórter.

"É uma novela que a gente acaba tendo que fazer esse trabalho de comparação o tempo todo, meio que por apaixonar-se pela novela, a gente quer comparar. Você, assistindo, não vou te colocar em nenhuma saia justa aqui te perguntando qual é o melhor e o pior personagem, mas você se arrepende de alguma escolha?", indagou Valmir.

"Não, de forma alguma. E eu não entendi quando você falou problemático, eu acho brilhante o trabalho da Paolla. Acho que ela conquistou esse papel, ela quis esse papel. Acho que é um papel muito incômodo, é um papel que nos anos 80 era engraçado a pessoa beber. A gente ria, 'toca um mambo, era uma pinguça', e hoje em dia, uma das coisas que mudaram é a compreensão sobre o que é o alcoolismo. E o alcoolismo realmente é uma doença. Isso é uma percepção que não estava estabelecida cientificamente em 88", rebateu a escritora.

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