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Raquel escancara crimes de Fátima em Vale Tudo e sela fim da relação com decisão radical

Mãe e filha rompem após revelações que escancaram roubo, mentira e manipulação; remake da novela ganha intensidade dramática e novos contornos

16 jul 2025 - 14h53
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Raquel (Taís Araujo) e Fátima (Bella Campos) de Vale Tudo
Raquel (Taís Araujo) e Fátima (Bella Campos) de Vale Tudo
Foto: Reprodução/Globo / Contigo

No remake de Vale Tudo, exibido atualmente pela TV Globo, a tensão entre Raquel (Taís Araújo) e Maria de Fátima (Bella Campos) atinge seu ápice após a descoberta de uma série de mentiras e crimes cometidos pela jovem. O ponto de ruptura começa quando Raquel tem acesso a imagens de segurança da pousada onde estava hospedada, revelando que a própria filha furtou documentos relacionados à adoção da menina Sarita, numa manobra encomendada por Marco Aurélio (Alexandre Nero). O choque é imediato e dá início a uma sequência intensa de confrontos. Em um dos momentos mais duros da novela, Raquel dispara: "Você virou ladra, Maria de Fátima!", sem conseguir esconder a decepção e a dor.

Além desse crime, outro episódio vem à tona: o desaparecimento da mala com dólares que Marco Aurélio havia deixado em seu quarto. Inicialmente, Ivan (Renato Góes) é acusado injustamente, o que abala sua relação com Raquel. No entanto, a verdade aparece e evidencia que Fátima manipulou toda a situação para incriminar o rapaz. As falas de Raquel nesse momento são fortes e carregadas de emoção: "Você é uma ladra, suja, ordinária! Eu tenho vergonha de você ter saído dentro de mim!", selando o fim do vínculo entre mãe e filha.

A decisão de Raquel é clara: ela expulsa Maria de Fátima de casa e decide seguir sua vida longe da filha. O salto temporal seguinte mostra a protagonista no comando da rede de restaurantes Paladar, símbolo de sua superação pessoal e profissional. Mesmo após o retorno de Fátima da Europa, a empresária mantém sua postura firme e se recusa a reatar os laços familiares. "Desculpa, Afonso, eu não sei quem é Fátima. Não conheço", diz, deixando claro que a confiança foi rompida de forma irreversível.

Essa reviravolta marca uma transição importante na trama: Raquel deixa de ser apenas uma mulher resiliente para se transformar em uma figura de autoridade e integridade moral. Já Maria de Fátima, que no início era vista como uma jovem ambiciosa, se consolida como a grande vilã da nova versão da novela. A escolha dos roteiristas em ampliar sua maldade reforça o papel dela como antagonista, tal como foi feito com Odete Roitman na versão original de 1988.

Curiosamente, a personagem Raquel se distancia do papel materno tradicional e passa a representar uma mulher que impõe limites mesmo diante dos vínculos mais profundos. O roteiro de Manuela Dias aposta em conflitos reais e ressonantes com os tempos atuais, como ambição, ética, corrupção e relações familiares tóxicas. A novela, portanto, ganha uma nova camada de profundidade e se reafirma como uma das tramas mais impactantes da faixa das 21h.

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