'Eta Mundo Melhor': Mãe de Estela fica a beira da morte
Emoção na novela 'Eta Mundo Melhor': Mãe de Estela fica a beira da morte na trama das seis
A continuação do sucesso de Walcyr Carrasco, Êta Mundo Melhor!, reserva momentos de pura emoção para os telespectadores nesta semana. O foco central da trama das seis se volta para a saúde fragilizada de Míriam (Leticia Sabatella), cujo estado clínico atingirá um nível alarmante, colocando sua vida em um fio e forçando confrontos familiares há muito adiados.
O que vai acontecer com a personagem?
Nos próximos capítulos, o público acompanhará o sofrimento silencioso de Míriam. Diagnosticada com uma grave doença no fígado, a personagem tenta esconder a extensão de sua debilidade para não preocupar aqueles que ama. No entanto, a resistência física da matriarca chega ao limite durante uma visita à casa de sua filha, Estela (Larissa Manoela).
Em uma cena carregada de tensão, Míriam perde o sentido completamente e desmaia na sala, mergulhando a família em um verdadeiro pesadelo na trama das seis. Mesmo antes do colapso, ela já demonstrava sinais de desorientação, chegando a não reconhecer as pessoas ao seu redor — um sintoma claro do avanço de sua enfermidade.
O ponto de virada na história ocorre através da pequena Anabela (Isabelly Carvalho). Sem saber que Míriam é, na verdade, sua avó biológica, a menina demonstra uma conexão espiritual profunda com a doente. Durante o período de internação e incerteza, Anabela permanece agarrada à mão de Míriam, e seu choro sincero de criança será o catalisador para uma mudança drástica no ambiente familiar.
Esse momento de vulnerabilidade amolece o coração de Estela. A enfermeira, que até então nutria uma mágoa profunda e se recusava a perdoar a mãe por erros do passado, começa a rever seus conceitos. O medo real da perda e o amor puro demonstrado pela filha Anabela fazem Estela baixar a guarda, abrindo caminho para uma possível reconciliação antes que seja tarde demais.
O médico da família será direto com Estela e Túlio (Cadu Libonati): o quadro é evolutivo e não há cura definitiva para a cirrose hepática que consome o fígado de Míriam. A única esperança reside em cuidados paliativos e no suporte emocional, o que torna cada segundo de convivência precioso no folhetim de época da Globo.
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