Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Dione Carlos relembra passado antes de entrar na dramaturgia: 'Queimei todos'

Em entrevista à Contigo! Novelas, Dione Carlos revela 15 curiosidades de sua vida pessoal e carreira profissional; confira!

20 ago 2025 - 15h00
Compartilhar
Exibir comentários
Dione Carlos revela 15 curiosidades de sua vida pessoal e profisisonal
Dione Carlos revela 15 curiosidades de sua vida pessoal e profisisonal
Foto: Divulgação / Contigo

Dramaturga, roteirista e atriz, Dione Carlos se consagrou como uma potência. Do subúrbio carioca para os grandes palcos, ela acredita que a arte é um conhecimento natural e, para organizar os pensamentos, gosta de caminhar. Em entrevista à Contigo! Novelas, a artista revela 15 curiosidades de sua vida e carreira. Confira a seguir:

  1. Escrevi diários dos 13 aos 28 anos e queimei todos quando estreei como dramaturga;
  2. Meu sonho na infância era ler e escrever. Minhas duas avós não sabiam e eu tinha medo de não conseguir aprender;
  3. Minha primeira lembrança na vida é de um girassol nascendo num terreno baldio cheio de lixo. Ali entendi que existia beleza no mundo. Eu tinha cerca de 3 anos. E lembro desse momento;
  4. Fui para São Paulo aos 19 anos. Queria ser jornalista, passei na faculdade, cursei, até o dia em que uma professora me mandou estudar Artes Cênicas ou Literatura, pois meu texto, segundo ela, não era imparcial e tinha poesia demais. E era isso mesmo;
  5. Meu primeiro texto para teatro se chama Tsunami, um monólogo curto sobre uma mulher em coma. No dia da leitura do texto, meu professor contou que ia me reprovar. E leu os motivos da reprovação na minha cara;
  6. Tenho insônia, mas quando consigo dormir bem, sonho com cenas inteiras e as reescrevo ao acordar;
  7. Me chamo Dione, um nome grego, que significa 'consagrada a Dioniso'. Difícil era explicar por que eu, carioca de Quintino, suburbana, tinha esse nome;
  8. Escrevo com o ouvido. Tudo o que ouço me influencia, seja uma conversa, uma música, um som qualquer;
  9. Acredito que os textos são capazes de mudar nossa realidade, então escrevo pensando em bendições, mesmo quando toco nas sombras e tabus;
  10. Quando escrevi o documentário sobre Elza Soares, não conseguia escolher o título. Um dia, perguntei à minha mãe como ela estava e ouvi dela: "Infinita". Então dei o nome de Elza Infinita para o trabalho;
  11. Quando sinto dificuldade para criar algo, caminho. Andar me reorganiza;
  12. Acho que a gente nasce sabendo tudo e depois esquece, passa por um processo de apagamento dessa memória pura. O que chamamos de Arte é o que ainda permanece na gente desse conhecimento natural;
  13. Quando li Amada, de Toni Morrisson, e A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende, entendi que escrever era, também, criar outros mundos;
  14. Escrever e cantar são uma espécie de cura;
  15. Ganhei um prêmio diante do lugar onde minha mãe morou no tempo em que viveu como uma pessoa em situação de rua. Até hoje não me recuperei da emoção de imaginar que ela superou aquilo para que eu vivesse aquele momento.

CONFIRA PUBLICAÇÃO RECENTE DA CONTIGO!

Ver esta publicação no Instagram

Uma publicação partilhada por CONTIGO! (@tocontigo)

Contigo Contigo
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade