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Autora de 'Vidas em Jogo' adianta: "assassino é da turma do bolão"

3 abr 2012 - 13h19
(atualizado às 14h56)
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GISELE ALQUAS

Há quase um ano no ar na TV Record, Vidas em Jogo termina na próxima segunda-feira (10) e em sua reta final, está cheia de suspense. O maior mistério da novela deverá ser revelado no último capítulo: afinal, quem é o palhaço assassino? A trama contou a história de dez amigos que ganharam R$ 200 milhões na loteria, dividiram parte do prêmio e fizeram um pacto para conquistar a outra metade. A cada integrante foi destinada uma missão e, aquele que a cumprisse em um prazo de um ano, levaria o restante.

Mas até que ponto o dinheiro pode interferir na amizade? Como se trata de muitos milhões, os amigos se tornaram rivais e tentam impedir que cada um cumpra a sua missão, porque sendo assim, sobra mais para dividir à aqueles que executaram com sucesso a obrigação. Mas o que parecia uma diversão, se tornou mais sério: um serial killer passou a exterminar os integrantes da turma do bolão. E eles próprios são suspeitos e se acusam o tempo todo.

Em entrevista ao Terra, a autora de Vidas em Jogo Cristianne Fridman preferiu manter o mistério e se limitou a dizer: "é alguém sim da turma do bolão", se referindo ao assassino, uma vez que outros personagens de fora da trama central também se interessam pelo dinheiro dos amigos. A novela se manteve no ritmo desde o início, o que atraiu a atenção do telespectador, e alcançou boa audiência. Para quem é fã de Vidas em Jogo, não pode perder os últimos capítulos, que prometem muitas emoções.

Terra - O que você pode revelar para os telespectadores nessa reta final de Vidas em Jogos?

Cristianne - Que cada capítulo vai ter uma surpresa e cenas maravilhosas. E um final surpreendente!

Terra - Vidas em Jogo durou quase um ano. O sucesso se deve porque a trama se manteve no ritmo acelerado desde o início, o que atraiu a atenção do telespectador?

Cristianne - Além do ritmo acelerado da trama, que não teve o que chamamos de barriga, atribuo o sucesso ao elenco, que foi maravilhoso e ao qual sou muito agradecida. Eles deram um show!

Terra - Escrever novela que inclui o suspense "quem matou?" é uma fórmula de sucesso?

Cristianne - Não acho não. Na verdade o "quem matou" funciona nos últimos capítulos, mas Vidas em Jogo tem outros mistérios, outros desfechos tão fortes como o de saber quem é o assassino do bolão.

Terra - Qual é o retorno do público com você?

Cristianne - Excelente e, principalmente com o elenco. Foi uma novela com um estupendo retorno do público com o elenco. Isto foi gratificante, maravilhoso.

Terra- O que você pode adiantar sobre o palhaço assassino? É realmente alguém da turma do bolão?

Cristianne - É alguém do bolão e com o Adalberto (Luiz Guilherme) envolvido, como já estamos vendo no ar.

Terra - Desde o início da novela, a personagem Rita (Juliana Trevisol) era a mocinha da trama e a Patrícia (Thais Fersoza) a vilã. Por que essa reviravolta na reta final? O público não se assustou com essa troca de personalidades?

Cristianne - A proposta da novela, desde o início, foi a de apresentar os dois lados da moeda de cada personagem. Patrícia apresentou um lado bom também, assim como Rita que também era irredutível com o pai e outras atitudes não enquadradas na mocinha. Nunca houve, na novela, mocinha e mocinho. Todos escorregaram, fortemente ou mais levemente, no lado obscuro do ser humano.

Terra - Alguém mais vai morrer?

Cristianne - Vai, sim.

Terra - O vilão Cléber (Sandro Rocha) sempre cometeu as piores maldades na trama. Ele não merecia um final mais trágico do que morrer baleado por um personagem secundário?

Cristianne - Para o Cléber é uma tragédia ter escapado da polícia, da Regina (Beth Goulart), do Carlos (André Di Mauro) e morrer nas mãos de um homossexual. Nada mais trágico para o Cléber do que morrer assim.

Terra - A Patrícia entregou a própria mãe para a polícia. Você se inspirou em alguma situação semelhante?

Cristianne - Já aconteceu. Mãe entregando filho/a... Me inspirei nos jornais.

Terra - O retorno de audiência de Vidas em Jogo atingiu as expectativas da emissora? Qual a avaliação que você faz da trama e do elenco?

Cristianne - Não posso responder pela emissora, mas ninguém me cobrou ibope em nenhum momento, ao contrário: só elogios. E, modéstia a parte, merecidos. A novela apresentou a trama de uma forma diferente, não convencional, arrojada e estou muito feliz comigo e com a minha equipe de colaboradores Camilo Pelegrini, Jussara Fazolo, Aline Garbati, Carla Piske e Alexandre Teixeira pelo maravilhoso trabalho que fizemos. E ao elenco eu agradeço e muito. Foi o que mais me emocionou nesta novela: o talento deles.

Cristianne Fridman é autora de novelas da Record
Cristianne Fridman é autora de novelas da Record
Foto: Pedro Paulo Figueiredo / Carta Z Notícias / TV Press
Fonte: Terra
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