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Em'Amor à Vida', Anderson di Rizzi é chamado de Palhaço nas ruas

31 ago 2013 - 09h06
(atualizado às 09h07)
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O humor é uma vertente forte na carreira de Anderson di Rizzi. No ar em Amor à Vida, na pele do irreverente Carlito, o ator volta a trabalhar sob o texto de Walcyr Carrasco, autor responsável por sua estreia na televisão, como o atrapalhado Sargento Xavier, de Morde e Assopra. E que também o escalou para viver o professor Josué no "remake" de Gabriela. "Só tenho que agradecer ao Walcyr pela aposta e confiança", analisa. Anderson não nega que tenha outras pretensões artísticas. No entanto, se repetir em tipos cômicos não chega a ser uma preocupação para ele. "O público gosta. Eles já me olham e começam a rir lembrando das cenas", opina.

<p class="Ttulo18">Anderson di Rizzi encarna mais um personagem bem humorado como o Carlito, de <em>Amor à Vida</em><o:p></o:p></p>
Anderson di Rizzi encarna mais um personagem bem humorado como o Carlito, de Amor à Vida
Foto: Jorge Rodrigues Jorge / Carta Z Notícias

Na trama, Carlito é apaixonado por Valdirene, vivida por Tatá Werneck, que se envolve nas maiores confusões em busca de relacionamentos com homens ricos. "O Carlito é persistente e vai lutar até o fim. Agora, espero que a relação dos dois fique mais tranquila devido ao filho que está vindo por aí. Torço para que ela o assuma de verdade e perceba que o grande amor da vida dela está ali", analisa o ator, que é mais abordado nas ruas pela alcunha de "palhaço" – apelido "carinhoso" dado por Valdirene – do que pelo próprio nome do personagem. "Ninguém me chama de Carlito. Ele está me marcando demais", comemora.

Para dar vida a um personagem, o ator busca uma série de referências. Quais foram os elementos fundamentais na composição de Carlito?

A forma como o autor pensa sobre o personagem e toda a composição com o seu próprio núcleo ajudam muito. Mas, sou um ator inquieto. Para o Carlito, fui em alguns bairros de São Paulo, onde imaginei que ele estaria, e também em bailes sertanejos e "funks". Além disso, fiz curso de "dj", aulas de canto e violão e me aprofundei  nesse meio pesquisando vídeos na internet. Também andei muito de ônibus no Rio de Janeiro com a Tatá.

Você tem vontade de sair um pouco do núcleo de comédia no próximo trabalho, já que os dois anteriores personagens também tinham as características cômicas tão evidentes?

Eu gostaria de explorar um lado mais sério e sombrio. Tenho essa curiosidade. Mas, por enquanto, estou mais na comédia. As pessoas veem o meu trabalho e, a partir disso, estão me chamando. Posso ter a oportunidade de interpretar um personagem mais dramático daqui a 10 anos ou ano que vem. Quando vier, eu faço. Estou deixando as coisas acontecerem naturalmente.

Mesmo interpretando personagens bem humorados, a preparação é diferente. Como você se prepara para cada um deles?

Tive pouco tempo para me desligar de cada personagem. Por exemplo, o Xavier tinha algo mais caricato, já o Josué tinha o humor mais denso. E aí, comecei a ter aqueles questionamentos de ator sobre a responsabilidade de dar conta ou não do recado. Mas, com o passar do tempo e com todo o estudo da composição para cada um, acabei relaxando e diminuí a ansiedade.

Como você avalia a sua ligação com o texto de Walcyr Carrasco, sendo Amor à Vida, sua terceira novela com ele?

Em Morde e Assopra, no início, estava como elenco de apoio. Com o passar dos capítulos, o Walcyr começou a escrever cenas engraçadas para o meu personagem e coloquei uma leitura muito particular até funcionar. Com isso, deu certo, e fui escalado para Gabriela. A minha vida mudou para melhor, certamente (risos).   

A oportunidade de aprender um pouco mais com os veteranos é um dos melhores exercícios para aprofundar as técnicas de interpretação. Como está sendo o dia-a-dia das gravações?

Estou aprendendo demais. Todos os veteranos da novela, com quem eu contraceno mais, como a Elizabeth Savalla, Fulvio Stefanini e Eliane Giardini, respeitam muito o nosso trabalho. Estamos começando agora e não há discriminação. Somos tratados de igual para igual. O Malvino Salvador também me ajuda muito com toda essa questão de posicionamento de câmara e até do próprio texto.

Fonte: Terra
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