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Seis detalhes da estreia polêmica do 'É na Casa' na Globo

9 ago 2015 - 11h05
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Foto: Renato Rocha Miranda/TV Globo
Foto: Renato Rocha Miranda/TV Globo
Foto: Sala de TV

Não houve meio termo. Nas redes sociais, a estreia do 'É de Casa' recebeu elogios rasgados ou críticas ácidas, além de gerar memes irônicos. O novo semanal da Globo movimentou Twitter e Facebook na manhã de sábado (8), quando foi exibido pela primeira vez.

A audiência não correspondeu à exaustiva campanha de lançamento promovida pela emissora. De acordo a aferição prévia do Ibope, o programa teve 4.5 pontos de média. Perdeu para o SBT, que registrou no mesmo horário 6 pontos com desenhos animados.

A primeira edição do 'É de Casa' foi conduzida pelos 6 apresentadores: Patrícia Poeta, Tiago Leifert, Ana Furtado, André Marques, Cissa Guimarães e Zeca Camargo. A partir do próximo sábado poderá começar um rodízio entre eles, com um casal no comando da atração a cada sábado.

O blog faz 6 observações sobre o programa de estreia:

.O diretor de núcleo Boninho (o mesmo do 'Mais Você', do 'Encontro com Fátima Bernardes' e do 'Big Brother Brasil', entre outros programas) não fez questão de surpreender os telespectadores. O roteiro do primeiro 'É de Casa' foi previsível, com muito bate-papo e homenagem pelo Dia dos Pais, aproveitando a efeméride do fim de semana. Quem esperava algum conteúdo inédito, frustrou-se.

.Colocar seis apresentadores dentro de uma casa é quase realizar um Big Brother. Nenhum conflito de ego ficou perceptível. Porém nem todos pareciam 100% à vontade com tanta gente disputando as câmeras. Às vezes Patrícia Poeta assumia uma postura de âncora e dominava a situação. Ana Furtado estava menos falante. André Marques não conseguiu ser tão espontâneo como geralmente é. O acelerado Zeca Camargo parecia realmente em casa. Cissa Guimarães era pura emoção. Tiago Leifert fez esforço para se integrar ao formato do programa. No geral, todos se saíram bem. O clima parecia realmente amistoso.

.No 'É de Casa' o cenário é personagem. Tem importância fundamental no formato. Mas a bela casa ficou em segundo plano na estreia. Os ambientes não foram bem explorados. Faltou a prometida sensação de intimidade, como se o telespectador fosse uma visita descobrindo cada espaço.

.Os tempos mudaram. É improvável que um telespectador fique três horas ininterruptas assistindo a um mesmo programa de TV. Impossível deixar o controle remoto intocado durante tanto tempo. A duração longa do 'É de Casa' explica a dificuldade em fazer boa média de audiência. A estreia chegou a ter picos de 9 pontos no Ibope. A oscilação de telespectadores das 9h ao meio-dia resultou num índice final abaixo da expectativa (4.5 pontos).

.A visita surpresa foi a 'vizinha' Fátima Bernardes. A presença dela no vídeo é sempre carismática. Porém não surpreendeu. Aliás, era uma aparição previsível, por ela também estar sob a direção da equipe de Boninho. O público ficaria realmente surpreso com um convidado incomum, como Faustão ou Jô Soares, artistas da Globo que raramente participam de outros programas da emissora.

.A etapa final do 'É de Casa' aconteceu na cozinha, com o chef Roberto Ravioli preparando uma massa e conversando sobre gastronomia com o elenco. Ok, o clima estava descontraído, bem caseiro. Mas por que os próprios apresentadores não assumiram o fogão e prepararam o almoço? Ao só esperar a comida ficar pronta, eles pareciam visitas dentro da própria casa.

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