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Jenny, a funkeira que emplacou músicas em novelas infantis

Cantora faz sucesso em Portugal após cantar na trilha de ‘Carrossel’ e ‘Carinha de Anjo’

15 mar 2018
13h43
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A participação no reality musical ‘Astros’, no SBT, impulsionou a carreira de Jenny. Não ganhou a competição, mas foi convidada a gravar ‘Dig Din’ para a trilha sonora de ‘Carrossel’. O sucesso foi imediato.

Ela fez várias apresentações nos programas de Ratinho e Raul Gil. Esteve ainda no ‘Domingo Legal’, no ‘Bom Dia & Cia.’, no ‘Cante Se Puder’ e em atrações comandadas por Silvio Santos.

No ano passado, regravou ‘Bola na Rede’, do Skank, para outra trama do SBT, ‘Carinha de Anjo’. “Me orgulho de ser a primeira cantora de funk a ter músicas em novelas infantis”, diz a artista.

Jenny com fãs durante show em Portugal: “Os portugueses adoram o funk brasileiro”
Jenny com fãs durante show em Portugal: “Os portugueses adoram o funk brasileiro”
Foto: Simone Matos/Divulgação / Sala de TV

A carreira atravessou o oceano e aterrissou em Portugal. Os comportados portugueses, quem diria, caíram no funk. Jenny conversou com o blog.

O sonho de ser cantora nasceu durante sua infância na periferia de Brasília?

Na verdade, eu nunca quis ser cantora, queria ser veterinária.   

Como aconteceu a opção pelo funk?

Costumo dizer que o funk me escolheu. Aos 15 anos, comecei na dança, fiz shows com bandas. Aos 17, um amigo, o MC Guga, me convidou para participar de uma apresentação, como dançarina. Aí ele teve a ideia de me lançar como funkeira. Eu não tinha noção nenhuma sobre o funk.

Começamos a fazer shows em vários lugares. Num certo dia, cheguei primeiro no show e o Guga não apareceu. Tive que fazer sozinha. Foi ali que peguei gosto. Já vivo da música há dez anos, sempre com o apoio da minha família.

Quais são suas maiores referências no meio musical?

Adoro sertanejo e MPB. Amo Ana Carolina. No funk, a MC Marcelly foi minha inspiração no início da carreira. Agora temos a Anitta, uma grande artista.

A cantora faz um funk familiar, bem diferente do polêmico estilo proibidão
A cantora faz um funk familiar, bem diferente do polêmico estilo proibidão
Foto: Simone Matos/Divulgação / Sala de TV

Como aconteceu de fazer parte da trilha sonora de ‘Carrossel’? 

O convite veio do Arnaldo Saccomani, uns dos melhores produtores e compositores do Brasil, após minha participação no reality ‘Astros’.

Ficou surpresa com a repercussão de sua música em Portugal?

Qual artista não sonha ter uma carreira internacional? Às vezes, pensamos que é algo tão distante. Acho que precisamos mesmo sonhar alto. Para realizar o sonho, é preciso manter o foco e ter persistência.

Quais foram suas melhores apresentações em TV?

Gostei de participar do ‘Máquina da Fama’, com a Patrícia Abravanel. Fiz um cover da Cláudia Leitte. As pessoas comentam que pareço com ela. Adorei também participar do programa do Silvio Santos.

O que diz a quem critica a sexualização exagerada das cantoras de funk?

Digo para buscar mais informação. O funk possui várias vertentes: o coreográfico, o consciente, o ostentação, o proibidão, o melody... Meu foco é fazer o público dançar. Quero que minha música entre na casa de todo mundo, atinja desde as criancinhas até os vovôs. Tem dado muito certo. 

A funkeira diante de sua limusine rosa: sonho de se apresentar na Big Apple
A funkeira diante de sua limusine rosa: sonho de se apresentar na Big Apple
Foto: Simone Matos/Divulgação / Sala de TV

Qual o seu maior objetivo?

Meu sonho é fazer um grande show em Nova York e ganhar o Grammy. Todo artista da música sonha com isso, né? Quem sabe?

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