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O músico do Kiss que superou o câncer de mama

Diagnosticado em 2007, ex-integrante da banda americana alerta homens sobre a doença e reforça luta contra o preconceito

17 fev 2026 - 08h17
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O músico Peter Criss, baterista original e um dos fundadores do Kiss, tornou-se uma voz ativa na conscientização sobre o câncer de mama em homens após enfrentar e superar a doença. O diagnóstico ocorreu em 2007, depois que o artista, conhecido pela persona Catman, percebeu um caroço incomum em seu peito.

O baterista Peter Criss durante show do Kiss em 1976
O baterista Peter Criss durante show do Kiss em 1976
Foto: Armando Gallo / Getty Images / Rolling Stone Brasil

Apesar do susto inicial, Criss buscou ajuda médica rapidamente. Ele alertou em entrevista ao KissFAQ (via Blabbermouth) que, embora seja comumente relacionada a mulheres, a doença não é exclusiva delas.

O baterista foi submetido a uma cirurgia bem-sucedida para a remoção do tumor e, desde então, utiliza sua visibilidade para quebrar estigmas, principalmente entre homens. Ele comenta:

"Pode acontecer com você, e quando acontecer, se você não lidar com isso imediatamente, com essa sua 'atitude de macho', seu estilo metal e suas tatuagens, você vai para o necrotério e nós vamos te ver lá."

Em 2015, durante entrevista ao Asbury Park Press sobre sua luta contra o câncer de mama, o ex-integrante do Kiss afirmou:

"Eu tento conscientizar os homens de que nós também podemos ter isso. Os homens não sabem. O que me irrita é que se chama câncer de mama. Bingo, logo de cara, é câncer de mama. Por que não se chama câncer de peitoral?"

Música de Peter Criss sobre o tema

Em seu trabalho mais recente, homônimo e lançado em 2025, consta a canção "Walking On Water", em que o músico expressa a gratidão e o sentimento de renovação após vencer a enfermidade, que ele descreve como um "milagre".

Câncer de mama em homens

Embora raro, o câncer de mama em homens é uma realidade e corresponde a cerca de 1% do total de casos da doença (via A.C.Camargo Cancer Center). Por ser pouco frequente, o diagnóstico costuma ser tardio, o que reduz as chances de cura. É fundamental estar atento a sinais como:

  • Presença de caroço (nódulo) próximo ao mamilo
  • Alterações na pele da região ou no mamilo;
  • Saída de secreção espontânea pelo mamilo.

Fatores genéticos e hereditários, além do uso de hormônios e condições que aumentam o nível de estrogênio, podem elevar o risco. A recomendação médica é que, ao notar qualquer alteração na região peitoral, o homem procure um especialista imediatamente.

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