Primo de Dinho, do Mamonas Assassinas, diz que jaqueta encontrada em túmulo não era do cantor
A peça de roupa estava praticamente intacta no momento da exumação do corpo do músico
Jorge Santana, primo de Dinho, voltou a comentar a jaqueta encontrada no túmulo do vocalista do Mamonas Assassinas no momento de exumação do corpo. Após revelar que a peça havia sido encontrada praticamente intacta, ele explicou que ela não pertencia ao vocalista da banda.
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"Essa jaqueta não é a que o Dinho usava. Quando fomos fazer o enterro, alguém da equipe colocou em cima do caixão. É uma jaqueta que pertenceu à equipe, a todo aquele movimento, mas não necessariamente foi uma jaqueta que o Dinho usava", disse Jorge em entrevista ao Jornal da Tarde Piauí, programa da Rádio Jornal Meio Norte.
O primo de Dinho também ressaltou que a jaqueta não foi enterrada junto ao corpo do vocalista do Mamonas Assassinas. "Não estava no caixão, estava do lado de fora e estava em um estado de conservação muito bom."
A jaqueta foi encontrada durante a exumação dos corpos dos integrantes do Mamonas Assassinas, que morreram em um acidente aéreo em 1996. Eles viajavam de Brasília para São Paulo após um show, e a aeronave colidiu contra a Serra da Cantareira, o que causou a morte de todos que estavam a bordo.
A exumação dos corpos de Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec e os irmãos Samuel e Sérgio Reoli foi feita quase três décadas após a morte dos Mamonas Assassinas para que eles sejam cremados e as cinzas sejam usadas no plantio de cinco árvores noBioParque Cemitério, em Guarulhos (SP), onde eles foram sepultados e onde será criado um memorial em homenagem a eles.