'Bohemian Rhapsody' pode ser melhor do que sexo, diz estudo
Um estudo com o objetivo de descobrir qual é a relação das pessoas com a música chegou à conclusão de que uma em cada três pessoas prefere ouvir a canção Bohemian Rhapsody, do Queen, a fazer sexo. Quem encomendou a pesquisa, comandada pelo psicólogo musical Daniel Mullensiefen, foi a empresa sueca Spotify, que possui um serviço de música digital focado em bandas mais independentes. As informações são do site do canal norte-americano CNN.
Além de ter revelado a grande paixão dos britânicos pelo finado grupo liderado por Freddie Mercury, a pesquisa descobriu que 40% dos participantes ficam mais excitados entre quatro paredes com alguma música de fundo do que com o toque de seus parceiros. O estudo ouviu 2 mil pessoas no Reino Unido.
A escolha das canção mais propícia para o momento íntimo também se mostrou bastante uniforme. O hit (I´ve Had) The Time of My Life, interpretado por Bill Medley e Jennifer Warnes para a trilha-sonora do longa Dirty Dancing, de 1987, ficou disparado na primeira colocação. A segunda posição foi para Sexual Healing, de Marvin Gaye, e a terceira, para Bolero, do compositor erudito francês Maurice Ravel (1875-1973).
"Não é nenhuma surpresa que tantas pessoas afirmaram achar a música tão estimulante no quarto", explicou em um release Mullensiefen. Segundo ele, o motivo é que ela ativa as mesmas áreas de prazer do cérebro que são ativadas para responder a estímulos de comida, drogas e sexo.
Depois de Bohemian Rhapsody, as canções eleitas melhores do que o ato sexual foram, respectivamente, Sex on Fire, do Kings of Leon, e Angles, de Robbie Williams.