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Triste perda! Influenciadora morreu aos 31 anos após sofrer 7 AVCs

Jovem de 31 anos lutava contra uma síndrome autoinflamatória misteriosa; fãs e famosos lamentaram a perda

21 mai 2026 - 14h06
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A morte da influenciadora Rita Ephrem, conhecida por milhares de admiradores como Ritinha, causou grande comoção, unindo seguidores e celebridades em uma corrente de homenagens. No entanto, o que mais impressiona em sua história não é apenas o fim, mas a batalha médica que ela travou por anos.

Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram
Foto: Mais Novela

De acordo com informações do G1, a jovem enfrentou desafios que parecem impossíveis para o corpo humano. Ao todo, foram mais de 20 intubações, sete AVCs e cinco paradas cardíacas. Além disso, ela lidou com dezenas de episódios de trombose. Essa jornada de sobrevivência colocou em evidência a dificuldade de diagnosticar condições ultrarraras no sistema de saúde brasileiro.

Quem era a influenciadora Ritinha?

Nascida em Belo Horizonte, Rita Ephrem teve uma infância marcada por mudanças culturais. Ela se mudou cedo para o Líbano, terra natal de seus pais. Foi justamente nesse período que os primeiros sinais da doença surgiram. A princípio, os sintomas se manifestavam através de febres constantes e dores intensas nas articulações, confundindo os especialistas.

Anos depois, o diagnóstico finalmente trouxe um nome para o sofrimento, embora ainda incompleto. Ritinha era portadora de uma síndrome autoinflamatória grave. Essa condição era somada a uma imunodeficiência comum variável. Na prática, o organismo dela não produzia os anticorpos necessários para a defesa básica. Por conta disso, parte de sua síndrome sequer havia sido catalogada oficialmente pela medicina mundial.

Otimismo direto da UTI

Mesmo vivendo os últimos três anos e meio dentro de uma UTI, a influenciadora não permitiu que a internação silenciasse sua vontade de viver. Ela transformou o ambiente hospitalar em um diário de superação. Através do Instagram, Ritinha compartilhava sua rotina com uma espiritualidade profunda e rara de se encontrar.

Nesse sentido, seus vídeos se tornaram um refúgio para quem enfrenta dores invisíveis ou crônicas.Vale lembrar que nomes importantes do entretenimento prestaram condolências. "Sinto muito. Ela foi forte demais. Um beijo imenso em toda a família", escreveu a apresentadora Tatá Werneck. Além dela, Sofia Liberato e o humorista Whindersson Nunes também homenagearam a jovem mineira.

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