Rainha sofre crise cardíaca e princesa já não consegue respirar por conta própria
Duas casas reais da Europa vivem momento delicado que preocupa os súditos
Os interessados nas notícias e fofocas sobre monarquias foram surpreendidos nos últimos dias com a hospitalização da rainha Margarida II da Dinamarca.
Ela reclamou de dores no peito e, pouco depois do atendimento médico, foi submetida a uma angioplastia, procedimento para desobstrução de artérias do coração.
Margarida completou 86 anos em abril. Apesar de ter abdicado do trono em favor do filho, Frederic, ela mantém uma agenda cheia de compromissos.
Ilustradora de livros, Margarida foi a última rainha reinante (que herdou a coroa do pai ou da mãe) do planeta.
Todas as outras rainhas do momento ganharam o título pelo casamento com um rei.
Drama sobre drama
Outra casa real europeia vive fase apreensiva: a família do rei Haroldo V da Noruega acompanha o declínio na saúde da nora dele, a princesa Mette-Marit.
Com doença pulmonar grave, a esposa do príncipe herdeiro Haakon passou a usar uma cânula no nariz ligada a um cilindro de oxigênio.
Sem o equipamento, não consegue respirar normalmente por muito tempo.
Aos 52 anos, ela aguarda um doador para realizar um transplante de pulmão.
Paralelamente, enfrenta outro problema: o julgamento do filho Marius, de um relacionamento anterior, por violência doméstica e crimes sexuais.
Preso preventivamente, o rapaz espera a divulgação da sentença, prevista para junho.
No início do ano, Mette-Marit também teve de lidar com a citação de seu nome nos arquivos do caso do explorador sexual Jeffrey Epstein.
Para constrangimento da família real norueguesa, ela precisou se desculpar por ter mantido amizade com o financista acusado de abusar de dezenas de mulheres.
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