Rita Cadillac cometeu incesto? Psicóloga analisa vídeo da cantora com afilhada
Rita Cadillac cometeu incesto? Cantora gravou conteúdo adulto com a própria afilhada, Cléo Cadillac; veja
Rita Cadillac, de 71 anos, voltou a produzir conteúdo adulto, desta vez colaborando com o criador Rafa Marttinz, sua afilhada Cléo Cadillac, e uma terceira mulher para suas plataformas digitais. O trio promoveu o trabalho através de vídeos comportados nas redes sociais, com interações descontraídas que anteciparam o conteúdo completo disponível para assinantes. Em entrevista, Rita revelou detalhes sobre sua rotina no conteúdo adulto, mencionando que tem assinantes diversificados de várias idades e gêneros, desde jovens de 18 anos até pessoas de meia-idade, incluindo mulheres.
A situação gerou questionamentos sobre os aspectos psicológicos e éticos envolvidos na relação entre madrinha e afilhada nesse contexto. Para esclarecer essas dúvidas e entender melhor as implicações dessa dinâmica no conteúdo adulto, conversamos com a psicóloga Sandra Pereira, que ofereceu sua perspectiva profissional sobre se essa situação pode ser caracterizada como incesto ou se há outras questões psicológicas relevantes a serem consideradas.
Foi incesto?
Segundo a profissional, o caso pode ser enquadrado como incesto: "Do ponto de vista psicológico, sim, podemos entender como uma forma de incesto simbólico. Isso porque a relação de madrinha e afilhada costuma assumir um papel afetivo semelhante ao familiar, com expectativa de cuidado, proteção e confiança. Quando esse vínculo é atravessado por uma relação sexual, ocorre uma quebra de papéis e de limites que sustentavam essa relação, o que pode provocar impacto emocional significativo".
Riscos emocionais
Pereira segue explicando que um caso de incesto simbólico pode causar efeitos emocionais severos em ambas as partes envolvidas. Podendo gerar:
• Confusão de papéis: a mistura entre função protetora e função sexual dificulta a construção de limites claros.
• Conflitos internos: sentimentos ambivalentes, como atração e afeto misturados à culpa ou arrependimento.
• Culpa e vergonha: tanto pela quebra do papel simbólico quanto pelo julgamento social.
• Fragilidade nas relações futuras: dificuldade para confiar ou estabelecer vínculos sem receio de confusão de papéis.
• Possível abalo na identidade: questionamentos sobre si, sobre a própria conduta e sobre o significado dessa relação.
Há ainda uma outra preocupação, a da repercussão pública: "Quando o caso se torna público, o peso do julgamento social pode intensificar sentimentos de ansiedade, isolamento e autodefesa, tornando fundamental um espaço terapêutico para elaborar esses impactos".