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Quem é a professora encontrada morta aos 42 anos? Mulher foi achada em terreno baldio

Professora encontrada morta estava na Avenida João Paulo da Silva em São Paulo; veja detalhes

30 abr 2025 - 12h56
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Quem é a professora encontrada morta aos 42 anos? Mulher foi achada em terreno baldio
Quem é a professora encontrada morta aos 42 anos? Mulher foi achada em terreno baldio
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Uma mulher de 42 anos foi encontrada morta na manhã desta segunda-feira (28) em um terreno baldio na Avenida João Paulo da Silva, na zona Sul de São Paulo. Seu corpo foi localizado pela Polícia Militar de costas, com um cadarço em volta do pescoço e com sinais de estrangulamento, levantando suspeitas de latrocínio. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios do DHPP. Câmeras de segurança registraram a mulher sozinha ao volante de seu carro, um Hyundai Tucson prata, por volta das 18h50. Desde então, o veículo não foi mais visto e ainda consta como não recuperado.

Quem era ela?

Trata-se de Fernanda Reinecke Bonin, uma professora de matemática. Ela era casada há oito anos com Fernanda Loureiro Fazio, de 45 anos, mas estava separada há cerca de um ano devido a uma crise no relacionamento. Apesar do término, elas ainda eram casadas legalmente e mantinham contato por conta das duas filhas do casal.

Último contato

Em boletim de ocorrência, a ex-esposa contou que ligou para a professora na noite deste último domingo (27) para pedir ajuda já que seu carro apresentou problemas técnicos na Avenida Jaguaré, zona oeste da capital. Bonin teria tentado chegar até o local, mas não chegou a tempo. Meia hora depois, o carro de Fazio teria supostamente voltado a funcionar e retornou para casa, onde não encontrou a ex-esposa.

No dia seguinte, a professora não compareceu ao seu trabalho em uma escola particular, o que fez Fazio acionar a polícia. O carro e o celular da educadora ainda não foram localizados.

Como estão as investigações?

O caso foi inicialmente tratado pelo 11º Distrito Policial de Santo Amaro, mas logo repassado ao 48º DP, responsável pela área onde o corpo foi encontrado. A investigação está agora nas mãos da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que segue em busca de pistas.

Apesar de o local do crime contar com iluminação pública, a região é pouco movimentada, o que pode ter facilitado a ação criminosa. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros trabalham em conjunto na apuração, enquanto as imagens captadas por câmeras nos arredores seguem sendo analisadas. Leia mais!

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