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Para Juliano Cazarré? Juliette causa alvorço com discurso sincerão no 'Saia Justa'

Ex-BBB Juliette fala sobre a importância do feminismo após declaração polêmica envolvendo o ator Juliano Cazarré; confira!

14 mai 2026 - 09h27
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A noite desta quarta-feira (13) foi marcada por um posicionamento de Juliette durante sua participação no programa Saia Justa, do GNT. Sem citar nomes diretamente, a apresentadora desconstruiu argumentos conservadores sobre o papel da mulher na sociedade, em um discurso que o público rapidamente conectou às recentes declarações polêmicas do ator Juliano Cazarré.

Reprodução/GNT e Reprodução/Instagram
Reprodução/GNT e Reprodução/Instagram
Foto: Mais Novela

A fala da paraibana surge em um momento de tensão nas redes sociais, logo após o ator participar do GloboNews Debate e anunciar um curso voltado para o público masculino. Para muitos internautas, o desabafo da campeã do BBB 21 serviu como uma "aula" de interpretação sobre o que realmente significa o movimento pelos direitos das mulheres.

O feminismo como ferramenta de libertação

Diferente da narrativa de que a emancipação feminina prejudica os homens, Juliette defendeu que a luta pela igualdade é benéfica para todos os gêneros. Segundo ela, as estruturas patriarcais também sobrecarregam e limitam o universo masculino com expectativas irreais.

"O feminismo não é uma opressão ao masculino. O feminismo é um aliado. Ele liberta também o masculino, o feminino sem dúvida, mas também o masculino de amarra, de forjas, de lugares que se mostram falidos, não se sustentam a longo prazo", explicou a artista.

O combate à inversão de culpa

Um dos pontos mais fortes do discurso de Juliette foi a análise sobre a origem da violência. Ela rebateu a ideia de que existe um processo de "vitimização do homem" diante do avanço das pautas feministas, reforçando que os números da violência doméstica e do feminicídio são frutos diretos de uma cultura machista e não de uma reação ao empoderamento.

"O reflexo do índice de feminicídio, da violência, dessa pose sob a vida das mulheres, não é um reflexo do feminismo, é um reflexo do machismo. A uma tendência a culpar, 'ah não, essa crise do masculino é uma resposta ao feminismo', não, é um reflexo do machismo", pontuou.

Ela ainda foi além ao comparar diferentes correntes de pensamento que colocam a mulher em perigo: "E existe um esforço tão grande de vitimizar o masculino, mas as verdadeiras vítimas são as mulheres. E aí vem toda a questão de, sabe qual é a diferença do Red Pill para esses movimentos conservadores? É que o Red Pill mata mulheres porque elas soam como ameaça, elas são ruins, más, manipuladoras, e os conservadores matam porque elas desobedecem. No final das contas, as vítimas são as mulheres. Então está na hora de entender o feminismo como aliado e não como inimigo. Já deu, não cola mais esse papo".

Repercussão nas redes sociais

No X (antigo Twitter), a fala da famosa viralizou em poucos minutos. Os usuários da plataforma não demoraram a traçar o paralelo com Juliano Cazarré, que recentemente afirmou que mulheres "matam mais que homens" em determinados contextos.

"Juliette sendo extremamente sensata ao falar sobre feminismo após o ator Juliano Cazarré ter afirmado recentemente, na GloboNews, que mulheres 'matam mais que homens'", escreveu um perfil. Outros seguidores reforçaram a importância da artista ocupar espaços de fala na TV aberta: "Ela sempre arrasando nas falas. Sempre sendo necessária demais", elogiou uma fã.

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