O que diz a psicologia sobre as pessoas que estão sempre acariciando os cães na rua
Se aproximar de um animal de estimação desconhecido é uma forma inconsciente que o nosso cérebro tem de reduzir o estresse; entenda!
Ao andar na rua e ver um cachorro descansando ou passeando com o dono, é natural para muitas pessoas sentir a necessidade de se aproximar e cumprimentar o doguinho (desde que com a permissão do dono, é claro).
Mas você sabia que esse gesto aparentemente comum e cotidiano pode esconder um grande segredo? A psicologia da antrozoologia (a ciência que estuda a interação entre humanos e animais) estudou bastante esse fenômeno e descobriu coisas bem interessantes.
Fazer carinho em um cachorro na rua vai além de um gesto fofo: é um ato que diz muito sobre o nosso estado emocional, personalidade e química cerebral!
1. Hormônio do amor
Do ponto de vista neuropsicológico, essa vontade de fazer carinho em um cachorro tem uma relação direta com o sistema de recompensa do cérebro. Existem estudos que investigam a relação entre humanos e animais, e muitos deles apontam que o contato visual e físico com um cão pode estimular a produção de oxitocina, mais conhecido como o "hormônio do amor".
Isso quer dizer que, ao se deparar com um cachorro, o cérebro de algumas pessoas pode ativar mecanismos de empatia que são até mesmo parecidos com aqueles ativados ao ver um bebê. Esse fenômeno (descrito pelo etólogo Konrad Lorenz como "esquema do bebê") acontece por causa de algumas características dos cães que provocam uma vontade biológica de cuidar, como os olhos grandes e as expressões vulneráveis.
2. 10 minutos poderosos
Um estudo da Washington State University (WSU), liderado pela Dra. Patricia Pendry...
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