No final dos anos 1990, bem antes de ataque transfóbico contra Erika Hilton, Ratinho foi condenado por injúria contra médico: '7 meses'
Ratinho, após polêmica com Erika Hilton, tem seu passado em evidência. Uma condenação por injúria contra um médico, ocorrida há anos, ressurge como um capítulo inesperado de sua trajetória. Descubra os detalhes dessa história que lança nova luz sobre a carreira do apresentador e suas controvérsias
O apresentador Ratinho continua no centro do furacão duas semanas após fazer discurso transfóbico contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), por quem foi acionado no Ministério Público Federal. O comunicador corre o risco de sair do ar por 30 dias e ter que pagar multa, assim como o SBT, que em nota oficial deu o assunto como encerrado, dias depois.
Criticado por Bruna Marquezine por conta do ataque à deputada, Ratinho afirmou, no último final de semana, que Erika é "malcriada". Essa polêmica é mais uma na carreira de Carlos Roberto Massa desde sua estreia na TV, nos anos 1990, e se junta à acusação de racismo contra bailarina e um envolvimento controverso na cobertura do sequestro de Welington Camargo, irmão de Zezé Di Camargo e Luciano, no final daquela década.
O que poucos lembram é que em novembro de 1999, Ratinho foi condenado por injúria e difamação contra um urologista após decisão da 9ª Vara Criminal de Curitiba (PR). Entenda abaixo!
Ataque a médico fez Ratinho ser condenado em 1999
Em 17 de novembro de 1999, a "Folha de S.Paulo" informava que Ratinho havia sido condenado a sete meses de detenção em regime aberto. O apresentador teria que pagar multa de dois salários mínimos (R$ 136 cada, valor da época) e prestar serviços comunitários em decisão da qual ele podia recorrer.
Três anos antes, em outubro de 1996, o programa "190 Urgente" (CNT) acusou um médico de ter retirado um rim de uma pessoa para implantar em outra no Hospital Leão 13, em São Paulo. Acontece que a...
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