A psicologia diz que as pessoas mais solitárias na vida geralmente não são os marginalizados: são aquelas sempre disponíveis, que todos apreciam, mas para quem ninguém liga
Entenda por que a solidão pode atingir justamente quem está sempre cercado de pessoas, segundo a psicologia
Existe um tipo de solidão que quase ninguém percebe: a da pessoa que está sempre disponível para os outros. Aquela que ajuda sem reclamar, responde mensagens rapidamente, escuta desabafos, organiza tarefas e parece ter energia infinita para cuidar de todo mundo. Mas quem cuida dela?
A psicologia vem chamando atenção para esse comportamento há anos. Pessoas muito prestativas costumam ser vistas como 'fortes' ou 'resolvidas', o que faz com que os outros raramente percebam seus próprios vazios emocionais.
E existe um detalhe curioso nisso tudo: a solidão nem sempre aparece como isolamento. Muitas vezes, ela se esconde justamente em pessoas rodeadas de contatos, compromissos e responsabilidades.
Um novo estudo publicado em 2026 na revista Health & Place mostrou que adultos que vivem próximos de áreas verdes e locais com maior biodiversidade relatam menos sensação de solidão.
A pesquisa sugere que a convivência com a natureza pode ajudar no bem-estar emocional e até diminuir o estresse acumulado da vida urbana.
Tom Hanks e a solidão profunda
A relação entre solidão e necessidade de pertencimento também aparece em histórias de famosos. Tom Hanks, famoso ator de sucessos no cinema, já revelou que escolheu a profissão artística para lidar com o sentimento de estar sozinho.
Curiosamente, o ator viveu em mais de dez casas diferentes antes dos 10 anos de idade, consequência do divórcio dos pais. A constante mudança dificultava vínculos profundos e reforçava a sensação de instabilidade emoc...
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