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Na Papudinha, Bolsonaro é liberado para assistir o 'BBB 26'

Sem acesso à rede wi-fi, o ex-presidente Bolsonaro fica limitado a assistir programas da Rede Globo e outros canais da rede aberta

16 jan 2026 - 14h04
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Na última quinta-feira (15), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes decidiu pela transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o 19º Batalhão da Polícia Militar, a ala conhecida como Papudinha.

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro
Foto: Foto/Reprodução / Contigo

Um detalhe que chamou atenção é a liberação de uma televisão a cores para o entretenimento de Bolsonaro, porém o aparelho não pode ser do modelo Smart.

Ou seja, o ex-presidente pode assistir ao BBB, reality show da Rede Globo, e qualquer outro canal de rede aberta. Mas, como a televisão não tem conexão Wi-fi, seu acesso a Casa mais vigiada do Brasil ficaria limitado apenas ao programa ao vivo à noite.

Sem canais de streaming

Sem internet e televisão Smart, o grande sucesso Stranger Things, da Netflix, e outros títulos em canais de streaming ficam fora do alcance do ex-presidente. Jair Bolsonaro poderá assistir apenas canais da rede aberta ou aos canais institucionais, como a TV Justiça e a TV Senado.

Na Papudinha, Bolsonaro agora tenha mais espaço físico para realizar suas caminhadas e tratamentos de fisioterapia, com uma sala maior e duas refeições a mais, sendo agora 5 refeições diárias, mas será limitado em seu uso da tecnologia.

Além da liberação de uma televisão, Moraes também autorizou que o ex-presidente tenha assistência religiosa e que tenha a redução de pena por meio da leitura.

Moraes sobre prisão de Bolsonaro: 'Não é hotel'

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, determinou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a "Papudinha". Prédio localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Na decisão, ele afirma que a "prisão não é hotel ou colônia de férias". E afirma que as "condições absolutamente excepcionais e privilegiadas" oferecidas a Bolsonaro não transformam a pena "em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias".

O ministro ainda criticou a defesa do ex-presidente que comparou a cela com  um "cativeiro". E ainda citou mais reclamações sobre o tamanho das dependências, banho de sol, horário de visitas e o ar-condicionado.

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