Morte de Juliana Marins: nova autópsia no corpo da turista confirma várias fraturas e hemorragia após queda em vulcão na Indonésia, mas tem pontos inconclusivos
Autópsia realizada no Brasil ficou pronta, mas não conseguiu indicar alguns dados importantes na investigação
A segunda autópsia no corpo de Juliana Marins foi inconclusiva por conta do estado no qual chegou ao Brasil. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) confirmou, porém, ter havido hemorragia interna e politraumatismo, reforçando os exames cadavéricos realizados na Indonésia.
Além disso, a nova autópsia também indicou ter havido um tempo não muito longo de sobrevivência de Juliana após a queda: 15 minutos, relatou o g1. "Considerando, única e exclusivamente, o corpo da vítima, o perito conclui como prejudicado pelo lapso temporal e as condições de embalsamento que chegou o cadáver", diz a análise.
Com isso houve um dificuldade em atestar se houve violência sexual contra Juliana e se a brasileira sofreu de hipotermia e/ou desidratação. Os novos exames descartaram presença de espermatozoides e lesões traumáticas tanto na região genital quanto na perianal.
Governo Lula deve agradecer Indonésia por ajuda no caso Juliana Marins
Homenageada com placa pela prefeitura de Niterói (RJ), a publicitária teve sua morte confirmada, aos 26 anos, no último dia 24 após quedas na trilha de um parque próximo a um vulcão. Embora o governo da Indonésia tenha sido muito criticado na web e acusado de omissão, o governo Lula deve agradecer a ajuda fornecida em reunião nesta quarta-feira (9).
Vale lembrar ainda que as autoridades do país asiático admitiram falhas na segurança em relação à trilha onde ocorreu a tragédia. Juliana Marins estava viajando pelo mundo desde fevereiro e tinha intenção de seguir ...
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