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Leticia Vieira, de Vale Tudo, fala sobre cenas quentes em série: 'Entendi como funcionava'

Em entrevista à Contigo! Novelas, Leticia Vieira detalha o trabalho em Vermelho Sangue e reforça a importância de sonhar grande

7 jan 2026 - 09h00
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Depois de estrear em novelas em Vale Tudo, Leticia Vieira vê seu primeiro trabalho como atriz finalmente ir ao ar. Protagonista de Vermelho Sangue, série de fantasia do Globoplay na qual se transforma em lobimoça, a atriz reflete sobre autoaceitação e a importância de sonhar. Confira a seguir a entrevista na íntegra à Contigo! Novelas.

A atriz Leticia Vieira |
A atriz Leticia Vieira |
Foto: Globo/Léo Rosario / Contigo

Você gravou Vermelho Sangue antes de Vale Tudo. Como foi ver esse trabalho finalmente indo ao ar?

Foi meu primeiro trabalho com trabalho, então vão com calma [risos]. Vi esse trabalho ir para o mundo depois de dois anos. Foi feito com muito carinho. É um projeto que tem efeitos especiais de altíssima qualidade. A gente está falando do Brasil, tem Minas Gerais como um cenário, falando de lobo-guará, está incrível!

Como foi se assistir agora, com mais experiência depois de Vale Tudo?

Com certeza, todo ator tem um pouco disso de assistir e pensar: 'Caramba, eu poderia ter ido nessa intenção'. Mas acho que vale o processo. Era o que eu tinha para dar naquele momento. Eu não tinha tanta experiência. Eu dei o meu melhor, fui a Leticia daquele momento e depois veio a Gilda de Vale Tudo. Eu estou aprendendo, estou aí na caminhada.

Estreou logo numa série de fantasia. Deu medo?

Zero medo! A gente estava na Serra da Canastra e tinha muitas pessoas lá, do interior, que acreditam mesmo em lobisomens. Aí, nesses momentos, eu sentia um pouquinho, porque eu pensava: 'Será que existe mesmo?' Eu chegava a duvidar, mas medo, não.

Qual é a sensação de virar lobimoça?

É mágico! Eu contei muito com efeitos especiais, mas fazer a Luna, que é uma menina que vira loboguará, foi transformador para mim, porque é uma menina que está descobrindo a si mesma. Ela está descobrindo o que é liberdade, o que é ser uma mulher, quais são os seus próprios sentimentos. Então é transformador para mim também. Fora que corrompe todos os padrões masculinos da lenda, né? Por muito tempo todas as histórias eram contadas com protagonismo masculino e a gente tem uma história de terror, fantasia, suspense que é protagonizada por uma mulher-loba, uma menina que vira lobo-guará na lua cheia.

A série tem muitos efeitos especiais. Como é gravar imaginando uma coisa que você não está vendo?

A cena em que eu estou de frente para o lobo eu fiz com um tripé. O lobo era um tripé. É surreal o que essa máquina da televisão faz. Tive que exercitar a minha imaginação. Foi incrível, porque contei com um time que estava acreditando muito no projeto. A gente estava também num lugar muito específico, que é a Serra da Canastra, onde tem o Santuário dos Lobos. Então, eu pude ver os lobos-guarás de perto, o que tornou mais fácil o processo da minha imaginação e de trabalhar o lobo.

Na série, você tem cenas quentes. Como foi ficar nua logo no seu primeiro trabalho?

Teve algumas cenas quentes, mas eu fiz a transformação [para lobo] nua, em cima de uma cama, né? [risos] Eu não ligo. Estou aí. É para trabalhar? Então eu estou indo. Nas cenas íntimas a gente contou com uma profissional, que nos acompanhou, então eu estava bem tranquila porque tinha esse apoio de alguém ali para conduzir. Até porque essas cenas íntimas são como uma dança, eu descobri isso fazendo mesmo. Lembro que eu estava um pouco aflita, porque era meu primeiro trabalho, ficava pensando como ia ser, mas depois fui sendo conduzida e entendi como funcionava.

A que se deve o sucesso da série?

O público jovem, o público diverso, estava esperando um produto como esse, que fale a língua deles, que fale temas sobre a autoaceitação. A gente está num momento do Brasil que a gente não se aceita. A gente quer mudar o nosso cabelo, a nossa cara, fazer mil plásticas. Então, trazer uma série de fantasia que fala sobre autoaceitação, num momento que tudo diz pra gente não se aceitar, é incrível. A fantasia tem esse lugar de trabalhar nosso imaginário até a gente aceitar o real.

Você está no início de carreira, mas já é inspiração para muitas meninas. Como se sente ao saber disso? É uma responsabilidade?

Essa pergunta me emociona um pouco, porque eu venho de Belford Roxo, venho de uma cidade muito simples, só quem é de lá sabe o que eu estou falando. E eu me vi saindo de Belford Roxo para protagonizar uma série no Globoplay. Acho que eu aprendi, real, a sonhar. A forma como eu quero inspirar essas meninas é dizendo: 'Vocês podem sonhar! Quem disse que vocês não iriam chegar não está com nada! É possível! Não importa de onde você vem, não importa quem você é, não importa se seus pais têm dinheiro ou não. Você vai chegar! Porque se você sonhar alto, dá certo. Eu sou a prova disso. Eu fiz uma novela das 9 com a Taís Araujo. Quando eu poderia imaginar que isso seria possível para uma menina como eu? Então sonhe, sonhe muito, sonhe infinitamente'.

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