Férias ou punição? Entenda o afastamento de Cariúcha após polêmica nas redes
Entenda o que aconteceu com Cariúcha após a polêmica envolvendo denúncia grave na web
A ausência de Cariúcha no Fofocalizando desta segunda-feira (5) levantou suspeitas e rapidamente alimentou rumores de uma possível suspensão. No entanto, segundo apuração do Notícias da TV, não há qualquer punição ou afastamento disciplinar envolvendo a apresentadora. A verdade é bem menos conspiratória: Cariúcha está oficialmente de férias, com o período de descanso já programado antes mesmo da recente confusão ganhar repercussão nas redes sociais.
O que aconteceu?
A polêmica começou na madrugada de domingo (4), quando a comunicadora publicou um vídeo em seu Instagram, chorando e relatando uma suposta agressão sofrida por um homem com quem estaria se relacionando. Embora o vídeo tenha sido apagado poucas horas depois, o conteúdo se espalhou rapidamente por páginas de fofoca, gerando forte comoção e debates intensos.
No desabafo, Cariúcha afirmou que o episódio ocorreu em uma casa de shows em Balneário Camboriú, onde passava os primeiros dias do ano. "Eu estou na rua… O cara com quem eu estou ficando me botou para fora de casa. A gente estava num pagode, mas eu fui me defender", disse ela no vídeo que acabou deletado. Em seguida, reforçou sua posição ao declarar: "Sou mulher empoderada, não aceito abaixar cabeça para alguém. Ele estava louco, não sei o que ele usou. Fui me defender".
A versão apresentada foi contestada por Danilo Bravo, médico citado por Cariúcha como autor da agressão. Por meio de sua assessoria jurídica, ele negou qualquer envolvimento amoroso e afirmou ter sido vítima de agressões, alegando possuir provas e registro de boletim de ocorrência. Ainda assim, de acordo com o Notícias da TV, o SBT não tomou nenhuma medida contra a apresentadora, mantendo sua volta prevista para 13 de janeiro.
Há uma tentativa de inverter quem é a vítima?
Após a divulgação da versão de Danilo Bravo, o advogado de Cariúcha se manifestou por meio dos Stories da apresentadora, reforçando que ela foi vítima de violência e constrangimento. Segundo o defensor, os vídeos que circularam não mostram toda a situação e fazem parte de uma narrativa perigosa.
"O que se vê agora é a repetição de um roteiro conhecido: quando uma mulher reage, quando não aceita humilhação, quando exige respeito, passa a ser rotulada como 'desequilibrada', 'alterada' ou 'louca'. Trata-se de um discurso perigoso, que busca descredibilizar a vítima e normalizar a violência", afirmou.
Ele ainda completou: "Uma mulher não pode e não deve fechar os olhos para esse tipo de agressão. O silêncio nunca foi proteção. Exigir dignidade, não aceitar o desrespeito e não se submeter à humilhação faz de uma mulher 'louca', então que se diga claramente: a apresentadora é 'doida' por exigir respeito, por não normalizar a violência e por transformar o silêncio em voz".
Confira:
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