Felipeh Campos reage após Bia Miranda ser alvo de operação policial: 'Deveria levar para cadeia'
Apresentador Felipeh Campos solta o verbo e se pronuncia após a influenciadora Bia Miranda ser alvo da Operação Desfortuna; saiba detalhes
O apresentador Felipeh Campos se pronunciou após a influenciadora Bia Miranda ser alvo da Operação Desfortuna, deflagrada na última quinta-feira, 07/08, pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A ação investiga um esquema de promoção ilegal de jogos de azar on-line, como o popular "Jogo do Tigrinho".
Afiado e sem papas na língua, o comunicador soltou o verbo e comentou sobre o caso. "Pega essa mulher, leva ela pra cana, põe lá, deixa guardada, quando sair a investigação vocês soltam, entendeu?", iniciou ele.
E completou: "A gente tem que ficar pagando polícia? Porque esse dinheiro sai do nosso bolso, a gente paga a polícia pra ficar investigando, aí chega na hora e não leva ninguém?", debochou Felipeh Campos.
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Bia Miranda se pronuncia
Nas redes sociais, Bia Miranda quebrou o silêncio e se pronunciou após ser alvo da operação. A ex-Fazenda falou sobre o trabalho realizado pelos agentes de segurança em sua casa. "Pô, mano, maior sacanagem... Os policiais foram lá em casa, procuraram, procuraram, procuraram e não levaram porr* nenhuma, porque não acharam nada", iniciou a filha de Jenny Miranda.
"Bagunçaram todo o meu quarto, todo o meu closet. Acham bonito ainda gravar pegando minhas roupas, tacando no chão. Gravar pegando meus cadernos, tacando no chão", declarou.
A operação
A Polícia Civil investiga a atuação de influenciadores digitais na divulgação de sites de apostas. A investigação aponta indícios de crimes como promoção de jogos de azar, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Agentes da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) estão cumprindo 31 mandados de busca e apreensão contra 15 alvos, em sua maioria influencers que, juntos, somam quase 35 milhões de seguidores no Instagram e no TikTok.
De acordo com relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), os investigados movimentaram cerca de R$ 40 milhões em contas pessoais no período de 2022 a 2024.