Em audiência, Felca faz revelação sobre 'lucro' com seu vídeo sobre adultização
Em audiência, o influenciador Felca nega acusações de ter lucrado com vídeo polêmico sobre a adultização de adolescentes na internet
O influenciador, conhecido como Felca, prestou seu depoimento à Justiça no processo que investiga Hytalo Santos e seu marido, Israel Vicente, por crimes relacionados à exploração de menores em conteúdos postados em seu perfil nas redes sociais.
Segundo o Portal LeoDias, o influenciador chegou a ser questionado sobre possíveis ganhos financeiros em seu vídeo denúncia "Adultização", vídeo que viralizou ano passado e está disponível em seu canal no YouTube. O influenciador afirmou não ter recebido nenhum lucro do conteúdo e ainda afirmou que a decisão de desmonetizar o vídeo, veio do próprio Felca, que considerou o tema como sensível.
"Não, foi desmonetizado porque entendi que o assunto era delicado", declarou. Também negou que tivesse recebido valores posteriormente, respondendo: "Não". Mesmo assim, reconheceu que Apesar disso, a publicação do vídeo aumentou sua visibilidade. "Sim, aumentei minha audiência. Recebi convites para programas televisivos".
Alcance de Hytalo
Quando questionado sobre o alcance de Hytalo Santos, Felca estimou que o alcance do influenciador preso era entre 10 e 50 milhões de visualizações mensais e reforçou sobre a presença das crianças e adolescentes e como eles foram o fator central para o crescimento dele.
Sobre Kamyla Maria, ele afirmou que ela começou a ser uma figura recorrente nos vídeos de Hytalo desde seus 12 ou 13 anos. Conhecida como Kamylinha, ela se tornou a adolescente mais associada às denúncias que resultaram na prisão do influenciador. Sua presença constante nos conteúdos, passou a ser um dos principais focos das investigações do Ministério Público.
Postura de Felca
Ele foi questionado na audiência sobre a diferença de sua postura usada no YouTube e sua postura em juízo, afirmou que suas conclusões se basearam em informações disponíveis nas redes sociais. Também disse que conheceu o caso "através das redes sociais e principalmente do que já era público".
Hytalo Santos e Euro acompanham o processo por videoconferência de João Pessoa, onde seguem presos desde agosto de 2025.
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