Controladora? Carolina Ferraz impõe regras rígidas para as filhas: 'Eu sou a mãe'
Comandante do 'Domingo Espetacular', atriz Carolina Ferraz expõe regras que colocou na criação de suas herdeiras; confira!
A atriz e apresentadora Carolina Ferraz chamou a atenção do público ao detalhar a dinâmica educacional que adota com suas duas filhas, Valentina e Isabel. Durante uma entrevista sincera ao podcast RivoTalks, do portal RivoNews, a comandante do Domingo Espetacular assumiu ter traços controladores, mas justificou que o respeito às ordens maternas é fundamental para o funcionamento da rotina familiar.
A discussão sobre o tema começou quando o entrevistador Gabriel Wainer questionou a convidada a respeito de duas normas específicas que ela mantém em seu lar. "Você tem uma regra com as suas filhas. Duas regras, na verdade, que são muito interessantes. Não pode mentir?", indagou o jornalista. Prontamente, a famosa confirmou que a desonestidade é intolerável em sua casa. Em seguida, o comunicador relembrou a segunda exigência: a obrigação de estar sempre contactável pelo celular, nem que seja para avisar que não pode falar no momento.
Maternidade real longe dos rótulos de amizade
Ao ser confrontada sobre o fato de essa exigência telefônica parecer um comportamento excessivamente rígido, a ex-atriz da TV Globo não se esquivou. Pelo contrário, ela aproveitou o espaço para contextualizar que a cobrança caminha lado a lado com a responsabilidade de gerenciar o lar.
De acordo com a jornalista, o papel de mãe exige uma postura de liderança que não pode ser confundida com coleguismo. "Eu acho que talvez tenha um pouco a ver com controle. Deixa eu assumir que talvez eu seja um pouco controladora, né? Vamos lá. Mas é because eu não estou em todos os lugares o tempo todo. Se as pessoas não me ajudarem, eu não dou conta. E eu não crio sozinha. Eu crio com elas. Eu sou a mãe, eu não sou brother, sou eu que mando. Eu não estou aqui fazendo de conta que eu sou sua best friend. Eu até sou sua amiga, claro! Adoro quando elas vêm e me contam as coisas, se abrem, acho lindo. Mas eu sou a mãe", disparou de forma madura.
Reciprocidade e lição de consideração
A contratada da Record TV também enfatizou que sua dedicação diária como provedora do lar serve como justificativa para exigir atenção mútua. Para ela, o argumento de falta de tempo por parte das jovens não faz sentido, visto que sua própria agenda de gravações é extremamente complexa.
A ex-global deixou claro que o canal de comunicação precisa ser de mão dupla na rotina delas. "Eu não estou aqui a passeio. Se eu tiver que fazer coisa errada, a culpa também vai ser minha. Isso eu não vou compartilhar com elas. Mas, se eu trabalho como uma louca, se ela me ligar, eu vou atender. O que eu peço, eu dou. E eu sou 50 vezes mais ocupada que qualquer uma delas. Então, meu amor, tem que atender, sim. Tem que atender e tem que dizer: 'Mamãe, está horrível o barulho, está uma porcaria, eu não consigo falar com você. Te ligo daqui a pouco.' Senão não sai, senão não faz", declarou.
Por fim, a artista conectou a obrigatoriedade de dar um retorno telefônico a um princípio básico de empatia. Na visão da famosa, a liberdade individual necessita de responsabilidade coletiva, e os laços consanguíneos devem ser priorizados independentemente das correrias profissionais do dia a dia.
"Liberdade é responsabilidade, meu amor. Não dá para você ser livre se você não é responsável. E a gente começa sendo responsável pensando no próximo. Eu tenho uma filha, eu tenho uma mãe. Por que eu vou fazer isso com ela se eu posso atender o telefone? Se eu estou trabalhando no meio do estúdio, com 50 cenas, posso… É filho. Dá licença?", concluiu.
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