Após Maduro ser capturado, Gaby Spanic, que é venezuelana, comemora nas redes
Venezuelana, ex-Fazenda Gaby Spanic comemora captura de Nicolás Maduro
A repercussão internacional dos recentes acontecimentos na Venezuela também mobilizou artistas que têm ligação direta com o país. Neste sábado (3), a atriz Gabriela Spanic usou as redes sociais para comentar os ataques dos Estados Unidos e a prisão do presidente Nicolás Maduro. Conhecida mundialmente por viver as gêmeas Paola e Paulina Bracho em A Usurpadora (1998), a artista adotou um tom religioso ao se manifestar e recebeu mensagens de apoio de seguidores venezuelanos e brasileiros.
Em uma das publicações, Gaby Spanic compartilhou uma imagem com o mapa da Venezuela e a bandeira nacional, cercados por elementos de inspiração bíblica. Embora não tenha escrito uma legenda extensa, a postagem foi acompanhada por comentários que expressavam esperança por mudanças políticas no país. Morando atualmente no Brasil, a atriz agradeceu o carinho recebido e demonstrou emoção diante da repercussão do conteúdo.
Vídeo antigo ganha novo significado
Além da imagem simbólica, a atriz voltou a divulgar um vídeo gravado em agosto de 2024, poucas semanas após a reeleição de Nicolás Maduro. Na gravação, ela faz um discurso religioso e afirma acreditar em uma virada política iminente. No registro, Gaby Spanic declara não ser líder religiosa, mas diz que "falta pouco" para a Venezuela alcançar a liberdade, associando o cenário político a uma "guerra espiritual" e destacando palavras como "fé" e "liberdade". Após os fatos recentes, seguidores passaram a interpretar o vídeo como uma suposta previsão cumprida.
Natural de Ortiz, na Venezuela, Gabriela Spanic construiu grande parte de sua carreira na Televisa, no México, antes de se mudar para o Brasil. Desde então, tem compartilhado sua adaptação ao país e manifestado o desejo de fixar residência definitiva. Em novembro do ano passado, esteve na Receita Federal, em São Paulo, para emitir o CPF. Suas manifestações recentes dividiram opiniões e reacenderam debates sobre o envolvimento de artistas em temas políticos e religiosos.