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Por erro histórico, político pede alterações em 'Lincoln'

7 fev 2013 - 16h55
(atualizado às 17h11)
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Um erro histórico mostrado em Lincoln, longa-metragem sobre os esforços de Abraham Lincoln na presidência durante a Guerra Civil Americana, levou um membro do Congresso dos EUA a pedir ao diretor Steven Spielberg alterações em uma cena. A produção é uma das grandes favoritas do Oscar, concorrendo a 12 categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator (Daniel Day-Lewis) e Melhor Diretor. As informações são do jornal diário Hartford Courant.

Com 12 indicações, 'Lincoln', de Steven Spielberg, é o grande favorito do Oscar deste ano. O filme se passa durante a Guerra Civil americana e mostra os conflitos do 16º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln (Daniel Day-Lewis). Siga a galeria e confira imagens do longa
Com 12 indicações, 'Lincoln', de Steven Spielberg, é o grande favorito do Oscar deste ano. O filme se passa durante a Guerra Civil americana e mostra os conflitos do 16º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln (Daniel Day-Lewis). Siga a galeria e confira imagens do longa
Foto: Divulgação

Segundo a publicação, o republicano Joe Courtney enviou recentemente uma carta indignada ao cineasta pedindo a ele para fazer as mudanças antes do lançamento do longa em DVD. "Como pode um membro do Congresso de Connecticut - um Estado que apoiou o presidente Lincoln e perdeu milhares de filhos por lutarem, ao lado da União, contra a escravidão na Guerra Civil - terem sido colocados do lado errado da história?", questionou, se referindo à cena em que dois políticos de seu Estado votam contra a 13ª Emenda (que aboliu o trabalho escravo no país), assinada em janeiro de 1865.

Apesar do pedido, Courtney garante ser um grande fã do filme, exaltando as performances de seus atores e seus méritos técnicos. "Os retratos de Lincoln e do (membro da Câmara dos Representantes) Thaddeus Stevens são brilhantes", disse ele, lamentando apenas o fato de representantes de seu Estado terem sido mal representados. "Mas, pessoalmente, acho que o bom nome de Connecticut foi um pouco manchado."

Não é de hoje que filmes sofrem acusações por omitir ou simplesmente mostrar de forma incorreta temas reais. Em 2002, por exemplo, o longa vencedor de 4 Oscar Uma Mente Brilhante foi criticadíssimo após receber acusações de que o personagem principal, o matemático John Forbes Nash, era anti-semita - característica não apresentada pela produção.

O novo longa de Quentin Tarantino, Django Livre, também foi atacado recentemente, pelo cineasta Spike Lee, que chamou a produção de "desrespeitosa com negros". "A escravidão americana não foi um western spaghetti de Sérgio Leone e, sim, um holocausto", afirmou ele em dezembro do ano passado.

Fonte: Terra
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