Ó Paí, Ó 2 é feito da "capacidade de sorrir, refletir e enfrentar feridas coletivas", reflete a diretora Viviane Ferreira (Entrevista Exclusiva)
Em cartaz nos cinemas, longa estrelado por Lázaro Ramos tem o retorno do elenco original do Bando de Teatro Olodum.
Quinze anos após o dramático e arrebatador lançamento de Ó Paí, Ó, a franquia retoma fôlego nos cinemas para contar o que aconteceu com aqueles queridos personagens após esse salto temporal com uma divertida sequência. Já em cartaz por todo o Brasil, o longa apresenta o retorno do elenco original, liderado por Lázaro Ramos, e tem a direção de Viviane Ferreira.
A trama acompanha a trupe de personagens queridos mais de uma década após o encerramento do longa de 2007. Agora, Roque (Lázaro Ramos) está prestes a lançar sua primeira música e acredita que vai se tornar um artista de sucesso. Em tratamento psicológico desde o assassinato de seus filhos, Dona Joana (Luciana Souza) volta a aprontar no prédio, mas há quem ache que ela é quem está certa.
Já Neuzão (Tânia Toko), perde seu bar para uma turma de caráter duvidoso, causando uma comoção geral. Enquanto isso, os jovens da segunda geração dominam a tecnologia e lutam pela causa negra com atitude regada à música e poesia.
Em entrevista ao AdoroCinema, a diretora abordou o desafio em dirigir a sequência de um filme tão aclamado. Depois de receber o convite, ela passou a determinar o que não poderia faltar em Ó Paí, Ó 2, algo que compartilhou com o veículo.
"O que não poderia faltar, de fato, era o carisma do Bando de Teatro Olodum e a capacidade de fazer sorrir e refletir. O primeiro [filme] e a própria franquia no teatro tem uma grande marca que é a capacidade de nos convocar para debater e enfrentar temas e f…