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Filme narra coroação e história de amor da rainha Vitória

28 fev 2009 - 10h00
(atualizado às 10h18)
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A ascensão ao trono de uma rainha Vitória adolescente, os problemas dos primeiros anos de reinado e sua história de amor com o príncipe Albert são os temas que percorre

The Young Victoria

(A Jovem Vitória), filme produzido, entre outros, por Martin Scorsese e Sarah Ferguson, duquesa de York.

Sob a direção de Jean-Marc Vallée (C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor) e com Emily Blunt (O Diabo Veste Prada) e Rupert Friend (Orgulho e Preconceito) como protagonistas, o filme pretende dar uma nova visão da monarca que mais tempo ocupou o trono britânico, apresentando-a como uma jovem lutadora, presa em um mundo de homens e disposta a mudar a sociedade de sua época.

"Porque um palácio também pode ser uma prisão". Assim começa um filme que revela em quase duas horas até que ponto a princesa Victoria precisou renunciar à sua liberdade pela coroa, e como teve que defendê-la dos ataques lançados de dentro e de fora do "establishment" britânico.

Também não podia faltar a lendária história de amor entre a rainha Vitória e o príncipe Albert, que se transforma no maior apoio da monarca quando ela começa a ser questionada.

Os momentos-chave do filme são sua espetacular coroação, na Abadia de Westminster, em 1838, e o casamento, em 1840, com o príncipe Albert, com quem teria nove filhos antes de ele morrer de febre tifóide, aos 42 anos.

Sua morte abateu tão duramente a rainha que a fez ser chamada, durante o resto de sua vida, de "a monarca de luto", um conceito que Vallée pretende "desmentir", oferecendo a visão de Vitória como uma jovem "apaixonada e cheia de vida".

"A rainha Vitória era toda só rebelde, era uma mulher em um mundo de homens e tinha grande confiança em si mesma, queria demonstrar a todos os que a rodeavam que não era jovem demais, que podia ser rainha", explicou o diretor do filme.

A duquesa de York, Sarah Ferguson, explicou nesta sexta-feira, durante a apresentação do projeto que decidiu embarcar nele em 1996, ano em que escreveu dois livros sobre a vida de Vitória.

Ela afirmou que a maior virtude da rainha foi "a integridade que teve com seu país e sua gente" e que o objetivo do filme do qual participa como produtora é "que as pessoas compreendam o quanto apaixonada estava a rainha" pelo príncipe Albert.

Rupert Friend referiu-se neste mesmo sentido ao ressaltar que o coração da rainha "se partiu realmente em dois quando Alberto morreu".

Por sua vez, Emily Blunt disse que se sentiu atraída por sua personagem - a própria Vitória - desde o primeiro momento, e descreveu a monarca como uma mulher "excepcional, lutadora e cheia de vida".

Assim, afirmou que sua personalidade era "tão moderna" que poderia se encaixar perfeitamente na de uma mulher "própria do século XXI".

EFE   
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