Esqueça a Disney: A Bela e a Fera voltam ao cinema em novo filme de terror sombrio e perturbador
Definitivamente, não haverá castiçais e xícaras de chá dançando e cantando aqui.
Fanga é o nome original do filme de terror e fantasia islandês, mas o título internacional Belle deixa muito mais claro o rumo que a história está tomando. Aqui, é contada a famosa história da bela Belle (Andrea Snædal), que faz um acordo com um príncipe amaldiçoado - a Fera.
Mas, desta vez, a história é apresentada de forma tão sombria quanto se tende a imaginar quando se pensa em uma jovem sendo mantida em cativeiro por uma fera. É claro que essa não é a primeira vez que a história recebe um toque sombrio - na série da Netflix The Witcher, por exemplo, já houve um episódio bastante brutal na 2ª temporada baseado no conto de fadas, no qual a estrela de Game of Thrones, Kristofer Hivju, assumiu o papel da fera e havia até mesmo uma vampira no início.
TERROR COM UMA PITADA DE ROMANCE
Mas quando pensamos em A Bela e a Fera, geralmente pensamos nas adaptações da Disney - primeiro o filme de animação cult de 1991 e depois a versão live-action com Emma Watson de 2017. Mas a história é pelo menos semelhante na versão de terror islandesa de Max Gold.
Belle, uma garota da aldeia, está disposta a fazer qualquer coisa para curar seu pai doente. Por isso, ela sai em busca de uma rosa lendária que, segundo dizem, tem poderes curativos. Mas ela tem que pagar um preço alto pela rosa: Ela se torna prisioneira de uma fera brutal. Belle tenta quebrar a mald…
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