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Sternberg Cherkesian, CEO do Group Lookstar, fala sobre IA , ESG e D&I

O empresário comenta sobre o futuro da indústria.

29 nov 2023 - 23h45
(atualizado às 23h45)
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Foto: Divulgação / Divulgação

O mundo corporativo e a indústria do entretenimento estão sempre em movimento. Tais mudanças, ou melhor, novidades, chegam para integrar as empresas que seguem atentas ao que há de mais notório em relação à tecnologia, sustentabilidade e inclusão.

Para Sternberg Cherkesian, CEO do Group Lookstar, 2024 será o ano da inovação. Negócios que interagirem com as siglas IA (Inteligência Artificial), ESG (Ambiental, Social e Governança) e D&I (Diversidade e Inclusão), com certeza sairão na frente para um mundo onde a palavra ‘unificar’ terá destaque merecido em todos os sentidos.

“O mercado, seja nacional ou estrangeiro, necessitará dessas soluções para entender e estar mais próximo de seus clientes reais.”, revela Sternberg.

Só para ter uma ideia, a agenda ESG vem direcionando 99% das decisões dos investidores em território brasileiro, conforme pesquisa da EY, empresa de consultoria e auditoria que tem protagonismo no espaço global. E por falar em Brasil, o país lidera o uso da Inteligência Artificial na América Latina. O estudo

é o IDC.

ESG – um caminho sem volta

Esse movimento de boas práticas aponta para uma empresa consciente na questão social e ambiental, além do gerenciamento impecável. Negócios que fortificarem suas marcas com a sigla ESG, além do crescimento visível, tornar-se-ão notórios publicamente e assinalarão seus nomes por décadas

subsequentes.

“O empresário precisa entender que ele não está só nessa jornada. São esforços coletivos, seja em ações sociais, administrativas internas ou até mesmo na contramão das mudanças climáticas que vêm assolando o mundo.”, explica o CEO do Group Lookstar, empresa com sede na capital paulista, mas

com base em Nova York e Dubai.

IA – de vilã à aliada

Quando a Inteligência Artificial surgiu, muitos foram os olhares de escanteio. Mas, se houve desconfiança, hoje ela tem se tornado uma aliada dos mais diversos negócios pelo mundo afora. São soluções robustas que muitas vezes ainda necessita do retoque humano, porém, que agilizam diversos processos que antes demoravam dias ou até meses para estarem completos.

“Isso fará com que profissionais sejam capacitados, gerando uma mão de obra qualificada com as habilidades necessárias para lidar com toda essa importante tecnologia que agrega, soma e traz os resultados mais precisos ao mundo corporativo.”, acrescenta Sternberg.

Diversidade e inclusão: é hora de união

É chegado o momento de pensar fora da caixinha. Programas e políticas empresariais precisam se atentar ao que é múltiplo, movimentando grupos diversificados e trazendo a todos para mais perto de uma organização.

Uma representação igualitária está nos holofotes dos clientes, que gostam da diversidade e apoiam a inclusão, mas também segue em consonância com a própria rotina interna do empreendimento. Quem é acolhido se sente mais feliz e com garra para devolver essa alegria.

“O resultado é o aumento da produção, pois a promoção dos mais diferentes grupos, todos unidos num só propósito, geram soluções criativas e inovadoras em qualquer empresa.”, finaliza Sternberg Cherkesian.

Ou seja, 2024 está logo ali na frente. E quem não correr contra o tempo, ficará para trás no que se refere ao aumento da produtividade. Além disso, estará longe dos holofotes que permeiam a notoriedade pública e principalmente dispersarão a atenção dos maiores alicerces que seguram uma empresa viva e

em pleno movimento: o cliente final.

Vic View Paulista, formada em jornalismo e cinema, sempre foi apaixonada por filmes e séries. Aos poucos, começou a escrever suas primeiras críticas e percebeu que poderia transformar o universo da Cultura Pop em sua profissão.
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