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As 8 atuações vencedoras do Oscar por filmes de terror

O terror sempre enfrentou preconceito entre os votantes da Academia, mas algumas atuações conseguiram sobrepor essa barreira

16 mar 2026 - 10h42
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Ao longo da história do Oscar, o terror raramente foi reconhecido nas categorias de atuação. Mesmo quando o gênero conquista público e crítica, suas performances costumam ser ignoradas pela Academia, casos de Lupita Nyong'o, por Nós (2019), Toni Collette, por Hereditário (2018), Mia Goth, por Pearl (2022), entre outras.

As 7 atuações vencedoras do Oscar por filmes de terror (Divulgação)
As 7 atuações vencedoras do Oscar por filmes de terror (Divulgação)
Foto: Rolling Stone Brasil

Ainda assim, oito trabalhos conseguiram superar a barreira do preconceito dos votantes da Academia e saíram com o careca dourado, sendo que dois novos atores se juntaram ao seleto grupo na noite deste domingo (15), na cerimônia do Oscar 2026. Confira quais foram eles e os vencedores anteriores a seguir:

1. Fredric March — Melhor Ator por O Médico e o Monstro (1931)

Um dos primeiros casos em que o terror encontrou espaço no Oscar aconteceu ainda nos anos 1930. Fredric March venceu como Melhor Ator ao interpretar o cientista dividido entre a razão e o monstro que habita dentro dele, numa performance marcada pela transformação física e psicológica que ajudou a consolidar o personagem como um dos ícones do gênero.

2. Ruth Gordon — Melhor Atriz Coadjuvante por O Bebê de Rosemary (1968)

Com seu humor ácido e presença inquietante, Ruth Gordon criou uma das figuras mais memoráveis do clássico de terror psicológico dirigido por Roman Polanski. Sua interpretação da aparentemente simpática, mas suspeita vizinha Minnie Castevet rendeu à atriz o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e permanece como uma das performances mais celebradas do gênero.

3. Kathy Bates — Melhor Atriz por Louca Obsessão (1990)

Baseado na obra de Stephen King, o filme apresentou ao mundo a perturbadora Annie Wilkes. Kathy Bates transformou a personagem — uma fã aparentemente gentil que se revela perigosamente instável — em uma das vilãs mais icônicas do cinema, garantindo o Oscar de Melhor Atriz com uma atuação que alterna doçura e terror de forma assustadoramente convincente.

4. Anthony Hopkins — Melhor Ator por O Silêncio dos Inocentes (1991)

Mesmo aparecendo por poucos minutos em cena, Anthony Hopkins criou um dos personagens mais marcantes da história do cinema: o psiquiatra e assassino canibal Hannibal Lecter. Sua atuação hipnótica e perturbadora foi recompensada com o Oscar de Melhor Ator, ajudando o filme a se tornar um dos raros longas de terror a vencer também o prêmio principal da noite.

5. Jodie Foster — Melhor Atriz por O Silêncio dos Inocentes (1991)

Na mesma noite em que Hopkins foi oscarizado, Jodie Foster também foi premiada por sua interpretação da agente Clarice Starling. A atriz construiu uma protagonista determinada e vulnerável ao mesmo tempo, cuja investigação a coloca frente a frente com alguns dos horrores mais sombrios do comportamento humano.

6. Natalie Portman — Melhor Atriz por Cisne Negro (2010)

Misturando drama psicológico e elementos de terror corporal, o filme dirigido por Darren Aronofsky deu a Natalie Portman um dos papéis mais desafiadores de sua carreira. Como a bailarina Nina, consumida pela busca pela perfeição, a atriz entregou uma performance intensa e perturbadora que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz.

7. Amy Madigan — Melhor Atriz Coadjuvante por A Hora do Mal (2025)

Anos depois de Cisne Negro, o terror voltou a conquistar espaço nas categorias de atuação com a vitória de Amy Madigan. Em A Hora do Mal, a atriz constrói uma presença perturbadora com sua Tia Gladys, que instantaneamente se tornou um ícone do gênero e, de acordo com o diretor, deve ganhar um filme só seu.

8. Michael B. Jordan — Melhor Ator por Pecadores (2025)

A mesma cerimônia ainda reservou outra surpresa para o terror. Michael B. Jordan venceu o Oscar de Melhor Ator por Pecadores, onde atua como os gêmeos Faísca e Fuligem, consolidando o impacto do filme e marcando um momento raro em que duas performances do gênero foram premiadas na mesma noite.

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