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Apresentador do 'Jornal da Band' detona escola que homenageou Lula: 'Propaganda política desavergonhada'

O âncora do 'Jornal da Band,' Eduardo Oinegue, detonou a homenagem que Lula recebeu da escola de samba Acadêmicos de Niterói

17 fev 2026 - 11h44
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Durante a edição de segunda-feira (16) do Jornal da Band, Eduardo Oinegue fez duras críticas à homenagem prestada ao presidente Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói. Ao comentar o episódio, o jornalista classificou a apresentação como "Propaganda política desavergonhada", afirmando que a exaltação ao chefe do Executivo ultrapassou os limites culturais do carnaval.

Apresentador do 'Jornal da Band' detona escola que homenageou Lula: 'Propaganda política desavergonhada' / Reprodução: Band e Agmews
Apresentador do 'Jornal da Band' detona escola que homenageou Lula: 'Propaganda política desavergonhada' / Reprodução: Band e Agmews
Foto: Contigo

No comentário, Oinegue relembrou um caso ocorrido em 2006, quando a escola paulista Leandro de Itaquera levou à avenida um enredo sobre a despoluição do Rio Tietê. Segundo ele, o tema estava ligado a um programa do então governador Geraldo Alckmin. "E por uma dessas coincidências um alinhamento de planetas, era um programa do Governador do Estado, Geraldo Alckmin", ironizou. O jornalista mencionou ainda que, à época, o PT tentou impedir o desfile sob a alegação de propaganda eleitoral antecipada. Para ele, a situação atual seria semelhante, porém mais explícita.

Questionamentos ao TSE

Na avaliação do âncora, a apresentação da escola de Niterói foi além de uma simples homenagem. Ele citou que o desfile teria incluído "Contando a vida do candidato Lula, com ataques à Bolsonaro, Michel Temer, uso de jingles antigos de campanhas de Lula", além da "Repetição cantada do número do partido". As referências mencionadas por Oinegue envolveram também os ex-presidentes Bolsonaro e Michel Temer.

Ao concluir o comentário, o jornalista afirmou que o Tribunal Superior Eleitoral enfrenta um impasse. "O TSE tem um belo desafio: passar pano como aconteceu com Alckmin em 2006, ou faz alguma coisa até pra evitar que a bajulação política vire moda no carnaval usando a liberdade de expressão como escudo pra propaganda política desavergonhada", declarou. A fala repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os limites entre manifestação cultural e promoção política em eventos carnavalescos. Fonte: Jornal da Band.

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