O Carnaval taí. E as cuícas, pandeiros e surdos de terceira começam a tocar mais alto. Longe do Sambódromo da Sapucaí e dos desfiles na TV vive firme e forte outra tradição carnavalesca do Rio de Janeiro.
Foto: Joana Coimbra /Riotur FlickR / Flipar
O Carnaval taí. E as cuícas, pandeiros e surdos de terceira começam a tocar mais alto. Longe do Sambódromo da Sapucaí e dos desfiles na TV vive firme e forte outra tradição carnavalesca do Rio de Janeiro.
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São os Clóvis ou Bate-bolas, que são, basicamente, uma fantasia colorida, uma máscara e uma bola de plástico.
Foto: THmcdias/Wikimedia Commons / Flipar
As diferenças entre Clóvis e Bate-bola são muito sutis. A principal é que os primeiros usam uma sombrinha, geralmente, com os mesmos desenhos da fantasia.
Foto: Reprodução/Redes Sociais / Flipar
Mas os Clóvis/Bate-bolas vão muito além de uma simples roupa colorida e uma máscara um tanto quanto assustadora.
Foto: THmcdias/Wikimedia Commons / Flipar
A cultura dos Clóvis/Bate-bolas faz parte da essência do carnaval dos subúrbios do Rio de Janeiro.