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Vivo alcança quase 100 milhões de acessos

No primeiro trimestre, a operadora registrou o maior crescimento de receita dos últimos 7 anos

11 mai 2022 - 12h38
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Fachada da sede da empresa de telefonia VIVO em São Paulo na avenida Chucri Zaidan, zona sul de São Paulo
Fachada da sede da empresa de telefonia VIVO em São Paulo na avenida Chucri Zaidan, zona sul de São Paulo
Foto: Itaci Batista / Estadão

Com o maior crescimento de receita dos últimos sete anos, a Vivo terminou o primeiro trimestre do ano com quase 100 milhões de acessos, se consolidando com a principal escolha dos brasileiros e a maior rede de fibra da América Latina.

"Tivemos um resultado operacional muito robusto com crescimento em todas as linhas de receita e com o controle muito forte dos custos", afirma o  CEO da Vivo, Christian Gebara, ao apresentar os resultados da operadora no primeiro semestre de 2022.

No período, a empresa registrou uma receita líquida de mais de R$ 11,3 bilhões, o que representa um aumento de 4,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Um desempenho que, segundo Gebara, foi impulsionado pelas receitas dos segmentos da rede móvel e fixa, com destaque para a fibra.

A receita da internet por fibra é uma das que mais cresce e, entre março de 2001 e março deste ano, acumulou uma alta de aproximadamente 26%. Nos últimos doze meses, a Vivo expandiu sua infraestrutura de fibra FTTH --tecnologia que leva a fibra para dentro da casa do cliente-- para 65 novas cidades, adicionando 4,2 milhões de domicílios e ultrapassando 20,5 milhões de residências e empresas cobertas.

Atualmente, de acordo com Gebara, a tecnologia FTTH da operadora está presente em 341 cidades brasileiras. "Já estamos presentes nas grandes cidades e, agora, estamos entrando em cidades menores", acrescenta o CEO ao destacar a tendência de o crescimento da receita no segmento se manter.

Já a receita do segmento de rede móvel no trimestre chegou a R$ 7,6 bilhões e alcançou um aumento anual de 6,1%. Crescimento influenciado principalmente pelo pós-pago, que registrou de 5,9% de upgrade, contra 4,7% de aumento na receita do pós-pago.   

No trimestre, a Vivo adicionou mais de 1,2 milhão de acessos pós-pagos, tanto pela migração de pré-pago para controle, quanto pelo saldo positivo de portabilidade a partir de outras operadoras. Com quase 51 milhões de acessos, o segmento representa cerca de 81% da base móvel da operadora. A opção de pré-pago acumulou uma expansão de 2,2% dos acessos.

"O nível de crescimento da Vivo é uma combinação de vários fatores. Uma delas é a captura de novos clientes, que possibilita o crescimento da base beneficiado pela consolidação da qualidade, bem como da variedade de produtos e preços", destaca Gebara, que também ressalta a importância da fidelização dos clientes antigos. "Há também a oportunidade de oferecer mais serviços para a nossa base atual, incrementando o gasto total do cliente e se mantendo uma empresa atrativa."

Liderança no Nordeste

Os números do primeiro trimestre ainda não contabilizam os efeitos da aquisição de ativos móveis da Oi Móvel. Com o negócio, a Vivo prevê aumentar ainda mais sua base de acessos. Ao longo dos próximos anos, segundo Gebara, a operadora absorverá cerca de 12,5 milhões de novos clientes, a maior parte vinda do Nordeste, alçando à liderança no mercado móvel na região.

"A Vivo se destaca das demais operadoras por ter a maior rede móvel com as tecnologias 3G, 4G e 4,5G no Nordeste. Ou seja, esses novos clientes serão acolhidos com a melhor rede de internet móvel e com a melhor infraestrutura já disponível. Eles estarão migrando para uma operadora que investiu muito na região nos últimos, muito mais do que a empresa originária deles", relata CEO da Vivo.

Vale destacar que, além do Nordeste, a Vivo absorverá clientes da Oi em dois DDDs no Paraná e um em São Paulo.

Investimentos

De janeiro a março, a Vivo investiu em sua operação cerca de R$ 1,9 bilhão. "Verba direcionada para a expansão da fibra, para o início da implementação do 5G e para as demais tecnologias", cita Gebara, que destaca o compromisso da empresa com educação, sustentabilidade, inclusão e diversidade.  

Com o projeto Geração Distribuída, a Vivo encerrou o trimestre com 23 usinas em operação para a produção de energia solar e hídrica. Até o final do ano, a estimativa é alcançará 85 unidades, espalhadas por todas as regiões do país, com capacidade para produzir 711 mil megawatts, energia suficiente para atender um município de até 320 mil habitantes.

A Vivo, segundo Gebara, também incentiva a reciclagem de eletrônicos e percorre uma meta de arrecadar 10,1 toneladas de resíduos eletrônicos a partir de iniciativas de conscientização promovidas para clientes e colaboradores.

Para promover a diversidade, a operadora firmou parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares para criar a plataforma Acolhe, canal de atendimento psicossocial e de assistência jurídica para vítimas de racismo. Ação que beneficia clientes de São Paulo que enviarem um SMS com a palavra "SOS" para o número 1120.  

Fonte: Redação Terra
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