Vivo alcança quase 100 milhões de acessos
No primeiro trimestre, a operadora registrou o maior crescimento de receita dos últimos 7 anos
Com o maior crescimento de receita dos últimos sete anos, a Vivo terminou o primeiro trimestre do ano com quase 100 milhões de acessos, se consolidando com a principal escolha dos brasileiros e a maior rede de fibra da América Latina.
"Tivemos um resultado operacional muito robusto com crescimento em todas as linhas de receita e com o controle muito forte dos custos", afirma o CEO da Vivo, Christian Gebara, ao apresentar os resultados da operadora no primeiro semestre de 2022.
No período, a empresa registrou uma receita líquida de mais de R$ 11,3 bilhões, o que representa um aumento de 4,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Um desempenho que, segundo Gebara, foi impulsionado pelas receitas dos segmentos da rede móvel e fixa, com destaque para a fibra.
A receita da internet por fibra é uma das que mais cresce e, entre março de 2001 e março deste ano, acumulou uma alta de aproximadamente 26%. Nos últimos doze meses, a Vivo expandiu sua infraestrutura de fibra FTTH --tecnologia que leva a fibra para dentro da casa do cliente-- para 65 novas cidades, adicionando 4,2 milhões de domicílios e ultrapassando 20,5 milhões de residências e empresas cobertas.
Atualmente, de acordo com Gebara, a tecnologia FTTH da operadora está presente em 341 cidades brasileiras. "Já estamos presentes nas grandes cidades e, agora, estamos entrando em cidades menores", acrescenta o CEO ao destacar a tendência de o crescimento da receita no segmento se manter.
Já a receita do segmento de rede móvel no trimestre chegou a R$ 7,6 bilhões e alcançou um aumento anual de 6,1%. Crescimento influenciado principalmente pelo pós-pago, que registrou de 5,9% de upgrade, contra 4,7% de aumento na receita do pós-pago.
No trimestre, a Vivo adicionou mais de 1,2 milhão de acessos pós-pagos, tanto pela migração de pré-pago para controle, quanto pelo saldo positivo de portabilidade a partir de outras operadoras. Com quase 51 milhões de acessos, o segmento representa cerca de 81% da base móvel da operadora. A opção de pré-pago acumulou uma expansão de 2,2% dos acessos.
"O nível de crescimento da Vivo é uma combinação de vários fatores. Uma delas é a captura de novos clientes, que possibilita o crescimento da base beneficiado pela consolidação da qualidade, bem como da variedade de produtos e preços", destaca Gebara, que também ressalta a importância da fidelização dos clientes antigos. "Há também a oportunidade de oferecer mais serviços para a nossa base atual, incrementando o gasto total do cliente e se mantendo uma empresa atrativa."
Liderança no Nordeste
Os números do primeiro trimestre ainda não contabilizam os efeitos da aquisição de ativos móveis da Oi Móvel. Com o negócio, a Vivo prevê aumentar ainda mais sua base de acessos. Ao longo dos próximos anos, segundo Gebara, a operadora absorverá cerca de 12,5 milhões de novos clientes, a maior parte vinda do Nordeste, alçando à liderança no mercado móvel na região.
"A Vivo se destaca das demais operadoras por ter a maior rede móvel com as tecnologias 3G, 4G e 4,5G no Nordeste. Ou seja, esses novos clientes serão acolhidos com a melhor rede de internet móvel e com a melhor infraestrutura já disponível. Eles estarão migrando para uma operadora que investiu muito na região nos últimos, muito mais do que a empresa originária deles", relata CEO da Vivo.
Vale destacar que, além do Nordeste, a Vivo absorverá clientes da Oi em dois DDDs no Paraná e um em São Paulo.
Investimentos
De janeiro a março, a Vivo investiu em sua operação cerca de R$ 1,9 bilhão. "Verba direcionada para a expansão da fibra, para o início da implementação do 5G e para as demais tecnologias", cita Gebara, que destaca o compromisso da empresa com educação, sustentabilidade, inclusão e diversidade.
Com o projeto Geração Distribuída, a Vivo encerrou o trimestre com 23 usinas em operação para a produção de energia solar e hídrica. Até o final do ano, a estimativa é alcançará 85 unidades, espalhadas por todas as regiões do país, com capacidade para produzir 711 mil megawatts, energia suficiente para atender um município de até 320 mil habitantes.
A Vivo, segundo Gebara, também incentiva a reciclagem de eletrônicos e percorre uma meta de arrecadar 10,1 toneladas de resíduos eletrônicos a partir de iniciativas de conscientização promovidas para clientes e colaboradores.
Para promover a diversidade, a operadora firmou parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares para criar a plataforma Acolhe, canal de atendimento psicossocial e de assistência jurídica para vítimas de racismo. Ação que beneficia clientes de São Paulo que enviarem um SMS com a palavra "SOS" para o número 1120.