Não é só para escritório: VAIO lança notebook potente "camuflado" capaz de rodar jogos pesados e editar vídeos em 4K
Máquinas sóbrias por fora, mas que escondem um "motor de Fórmula 1" por dentro
Durante anos, o mercado de computadores portáteis sofreu de uma bifurcação estética quase dogmática: se você queria desempenho bruto, precisava comprar uma máquina que parecia uma nave espacial cheia de LEDs neon. Se queria elegância e portabilidade, tinha que sacrificar a potência gráfica.
Mas a lei de Moore e a miniaturização dos componentes estão, felizmente, borrando essa linha.
O lançamento da nova versão do VAIO FH15, anunciado na última quinta-feira (29) pela marca em parceria com a Positivo Tecnologia, é um estudo de caso interessante sobre essa nova categoria de hardware: máquinas sóbrias por fora, mas que escondem um "motor de Fórmula 1" por dentro. A grande estrela aqui não é apenas o processador, mas a democratização da inteligência artificial local por meio da da GPU NVIDIA GeForce RTX 4050 e uma quantidade de memória RAM que até pouco tempo atrás era exclusiva de servidores.
Para entender o salto tecnológico do novo FH15, precisamos dissecar a RTX 4050. Para o leigo, é "apenas uma placa de vídeo para jogos", mas para a engenharia moderna é um coprocessador matemático complexo.
Baseada na arquitetura Ada Lovelace, essa GPU não serve apenas para renderizar explosões em 3D. Ela possui núcleos dedicados chamados Tensor Cores. Imagine que o processador principal (CPU) do computador é um matemático generalista, capaz de resolver qualquer conta, uma por uma. Os Tensor Cores são como uma equipe de mil calculadoras trabalhando em uníssono especificamente para operações de...
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