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Logitech Pro X2 Superstrike: o futuro dos mouses chegou

O Logitech Pro X2 Superstrike abandona décadas de microswitches e aponta para um futuro em que o clique deixa de ser mecânico para se tornar inteligente

11 fev 2026 - 15h41
(atualizado em 11/2/2026 às 14h20)
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Foto: Xataka

Estar em Lausanne, na Suíça, ao lado de jornalistas do mundo todo, para conhecer o Logitech Pro X2 Superstrike, foi uma dessas experiências raras em que dá para sentir que algo realmente novo está acontecendo antes mesmo de ligar o PC. A Logitech não estava ali apenas apresentando mais um mouse gamer premium — ela estava propondo uma ruptura direta com a forma como mouses funcionam há décadas.

O coração dessa mudança atende pelo nome de HITS (Haptic Inductive Trigger System). Em vez dos tradicionais microswitches mecânicos ou ópticos, o Superstrike usa sensores analógicos que detectam o quanto o botão foi pressionado, enquanto um motor háptico simula o clique físico. Na prática, é uma lógica muito mais próxima do que a Apple fez com os trackpads do MacBook ou de teclados mecânicos do que de qualquer mouse gamer tradicional. O resultado é um clique quase instantâneo, preciso e ajustável em níveis que simplesmente não existiam antes.

Nos testes de laboratório da Logitech — que pude acompanhar de perto — o impacto dessa tecnologia fica evidente. O Superstrike pode registrar um clique com apenas 0,1 mm de deslocamento, contra cerca de 0,6 mm dos mouses convencionais. Isso reduz drasticamente a latência de entrada, algo que a própria Logitech estima ficar até 30 ms mais rápido. No mundo competitivo, isso não é detalhe: em jogos como Counter-Strike 2, esse intervalo pode ser a diferença entre matar ou morrer ao apontar para o adversário.

Outro diferencial herdado dos teclados ...

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