Há dois mil anos, cidadãos do Império Romano consideravam perfeitamente normal carregar micropênis nos bolsos
Com cerca de três centímetros de comprimento, a peça é moldada em bronze com detalhes (anatômicos) requintados e, apesar de ter aproximadamente 1,8 mil anos, está notavelmente bem preservada. Trata-se de um falo; um pênis. Uma antiga estatueta representando a genitália masculina, recém-desenterrada por arqueólogos em um sítio romano em Cumbria, no noroeste da Inglaterra. O mais curioso, porém, não é a aparência da estatueta peniana em si, mas sim o tempo que os pesquisadores levaram para encontrá-la.
O Carlisle Cricket Club é um extenso complexo para entusiastas do críquete, localizado nos arredores da cidade de Carlisle, em Cumbria, Inglaterra. Ou melhor, hoje. Se voltarmos quase 20 séculos, este mesmo terreno, situado às margens do Rio Eden, abrigava um complexo termal onde os romanos vinham conversar e relaxar.
Anos atrás, um grupo de arqueólogos começou a investigar a área em busca de vestígios desse passado romano distante. Entre os muitos objetos recuperados no local, além de cerâmicas, fragmentos de pilares e cabeças de pedra esculpidas, há um que chamou a atenção: um pênis.
Como assim, um pênis?
A estatueta em questão foi revelada há algumas semanas pelo fotógrafo Pete Savin no X, e mostra essencialmente um falo de cerca de três centímetros de comprimento, feito de bronze, no qual ainda é possível observar alguns detalhes anatômicos capturados por seu criador. Ainda assim, os arqueólogos acreditam que a peça tenha cerca de 1,8 mil anos.
Seria lógico pensar que Savin ou o ...
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