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Grande divisão tecnológica não é entre China e EUA: é entre China e Nvidia, e seu CEO sabe exatamente quem é o responsável

Nvidia afirma ter passado de dominar o mercado chinês para ter uma participação de 0% Isso é resultado de políticas, mas também da pressão de empresas chinesas de hardware para ocupar o espaço deixado pela Nvidia

15 mai 2026 - 09h42
(atualizado às 10h12)
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Imagem | Nvidia, Xataka com edição
Imagem | Nvidia, Xataka com edição
Foto: Imagem | Nvidia, Xataka com edição / Xataka

Falar da Nvidia é falar da cola da inteligência artificial. A gigante das GPUs investiu milhões financiando empresas como OpenAI e Anthropic, mas, ao longo do caminho, não se esqueceu das startups nem de fazer aquisições para fortalecer sua posição no mercado. O problema é que um mercado potencial de US$ 50 bilhões está sendo perdido: a China.

A Nvidia está ansiosa para entrar no mercado chinês, mas está presa entre a burocracia, o governo Trump, o governo Xi Jinping e o contrabando de suas placas de vídeo.

Grande divórcio

Em curto período, a Nvidia passou de dominar o mercado chinês de GPUs para inteligência artificial a perdê-lo completamente. As restrições do governo Trump e a escalada da guerra comercial entre as superpotências deixaram a Nvidia de fora do jogo. Ou ela adaptava suas GPUs e criava versões menos potentes das que vendia no Ocidente, ou não conseguiria vender na China.

Por um tempo, a Nvidia vendeu sua série H2O para se adaptar às novas regulamentações, mas isso cobrou seu preço. À medida que as necessidades de IA exigiam GPUs mais potentes e a própria indústria chinesa, com empresas como Huawei, Cambricon e Moore Threads, se desenvolvia, a Nvidia ficou para trás.

Cota oficial

Em meados do ano passado, Jensen Huang, CEO da Nvidia, pressionou Donald Trump para que reconsiderasse: seria melhor para a Nvidia poder entrar na China, tanto para gerar lucro quanto para conter o rápido desenvolvimento da indústria nacional, impulsionado pelas restrições ocidentais. No fim,...

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