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Depois da Austrália, a França prepara o maior golpe contra as Big Techs: o fim das redes sociais para adolescentes e o motivo é um alerta global

Projetos de lei na França e no Parlamento Europeu propõem restringir o acesso de adolescentes às plataformas digitais, tratando redes sociais como risco à saúde mental e contra práticas de engajamento que sustentam o poder das Big Techs

13 jan 2026 - 12h09
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Foto: Xataka

As redes sociais se tornaram um território perigoso para crianças e adolescentes, e governos começam a tratar o problema como uma questão séria de segurança. Depois da Austrália anunciar a proibição do acesso às plataformas para menores de 16 anos, a França avançou com um projeto de lei que pretende barrar redes sociais para menores de 15 a partir de setembro de 2026. Ao mesmo tempo, o Parlamento Europeu aprovou um relatório que defende uma idade mínima digital de 16 anos em toda a União Europeia. O movimento entre os países do bloco revela uma mudança de postura, onde o foco deixa de ser apenas o tempo de tela e passa a atingir diretamente o modelo de negócios das plataformas.

França quer tirar adolescentes das redes sociais e colocar limites claros às plataformas

O projeto de lei proposto pela França prevê tornar ilegal a oferta de redes sociais a menores de 15 anos, permitindo exceções apenas diante do consentimento dos pais de adolescentes entre 13 e 16. A medida tem por objetivo a própria segurança dos jovens, com a redução da exposição precoce a conteúdos inadequados, cyberbullying e ao uso excessivo de telas, fatores que, segundo a Revista Brasileira de Implantologia e Ciências da Saúde, estão associados a distúrbios de sono, ansiedade e dificuldades de concentração.

O projeto é apoiado pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e se conecta a outras medidas já adotadas no país, como a proibição do uso de celulares nas escolas desde 2018. Isso sinaliza uma crítica direta...

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