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Batatas com brotos são seguras para comer? A ciência tem uma resposta bastante clara

Os brotos nas batatas são um sinal de alerta

2 fev 2026 - 08h10
(atualizado em 2/2/2026 às 14h43)
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Foto: Xataka

Estar na cozinha, abrir a despensa e encontrar algumas batatas no fundo, das quais já tínhamos nos esquecido, é uma cena que pode ser comum nas cozinhas. Com o passar do tempo, é normal que nos tubérculos apareçam pequenos brotos com zonas esverdeadas. E é aí que nos dividimos em dois grupos: os que cortam a parte feia e cozinham o resto e os que jogam tudo no lixo por medo.

Para saber qual solução é a mais adequada, neste caso, é preciso entender a química que a batata esconde em seu interior. O tubérculo produz naturalmente alguns compostos chamados glicoalcaloides, principalmente dois: a α-solanina e a α-chaconina.

Não são compostos que estejam ali para nos incomodar, mas sim um sistema de defesa evolutivo da própria planta. O problema é que, sob certas condições de estresse, essa concentração dispara, e é aí que isso se transforma em um sinal de alerta para os humanos.

Entre os estímulos que podem aumentar a produção desses compostos estão a luz, que estimula a síntese de clorofila, os impactos e os cortes. O aparecimento de brotos na superfície da batata também mobiliza esses compostos. E, segundo dados toxicológicos, enquanto uma batata normal tem níveis seguros, as partes verdes ou com brotos podem acumular até 1 mg de composto por cada grama de batata.

Consumir um pouco desse composto não é mortal, mas o problema é atingir as doses tóxicas, que são estimadas entre 2 e 5 mg por kg de peso corporal. Isso faz com que, para um adulto de 70 kg, a ingestão perigosa comece ...

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