A aurora boreal, um fenômeno natural de luz, foi retratada pelo fotógrafo americano Steven Kazlowski em regiões do Alasca conhecidas como Cleary Point e North Slope
Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media / BBC News Brasil
"Eu acho que a aurora boreal é transcedental", disse Kazlowski. "Mesmo quando você vê, não acredita. Ela é inacreditável, até mágica"
Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media / BBC News Brasil
O fenômeno é causado por partículas de gás carregadas que saem do Sol na forma de um "vento solar", interagindo com o campo magnético da Terra
Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media / BBC News Brasil
As partículas "excitam" gases na atmosfera e depois os tornam brilhantes. As cores dependem do tipo de gás. Brilhos de cor verde ou vermelha são formados a partir do oxigênio. As cores azul e lilás são causadas pelo nitrogênio
Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media / BBC News Brasil
O aumento das erupções solares devem fazer da aurora polar um evento mais frequente
Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media / BBC News Brasil
"Eu tenho fotografado as auroras boreais de forma intermitente, sempre que tenho uma oportunidade, nos últimos 20 anos", disse Kazlowski
Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media / BBC News Brasil
"Ver a aurora boreal de perto cria uma sensação de euforia", disse o fotógrafo. "É algo surpreendente o bastante para que as pessoas passem a noite no frio para ver"
Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media / BBC News Brasil
Compartilhar
Publicidade
A aurora boreal – um fenômeno natural de luzes no céu – do Alasca foi registrada pelo fotógrafo americano Steven Kazlowski.
O fenômeno é causado por partículas de gás carregadas que são expelidas do Sol em explosões e chegam à Terra na forma de um "vento solar" - interagindo com o campo magnético do planeta e formando um show de cores no céu.
As partículas "excitam" gases na atmosfera e depois os tornam brilhantes. As cores dependem do tipo de gás. Brilhos de cor verde ou vermelha são formados a partir do oxigênio. As cores azul e lilás são causadas pelo nitrogênio.
A galeria de fotos acima é resultado de um trabalho de 20 anos do fotógrafo acompanhando o fenômeno nos Estados Unidos.
De chuva de meteoros a gêmea solar, veja fotos do espaço em agosto
Imagem mostra a gêmea solar HIP 102152, estrela situada a 250 anos-luz de distância da Terra na constelação do Capricórnio. Ela é mais parecida com o Sol do que qualquer outra gêmea solar, tirando o fato de ser quase 4 bilhões de anos mais velha (é a mais velha já identificada), o que nos dá a oportunidade sem precedentes de estudar como o Sol será quando envelhecer. As cores diferentes são pelo fato dela se mover ligeiramente entre as duas exposições, obtidas com um intervalo de muitos anos de diferença.
Foto: ESO, Digitized Sky Survey 2. Acknowledgement: Davide De Martin / Divulgação
O astronauta italiano Luca Parmitano registrou do espaço tempestades de verão e correntes marítimas se movendo sobre a Calábria, na Itália. Profissional da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), Parmitano vive atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional
Foto: ESA/NASA / Divulgação
O mar Egeu, na bacia do mar Mediterrâneo, foi registrado do espaço pela astronauta americana Karen Nyberg: uma imensidão azul entre a Europa e a Ásia. Diversas das numerosas ilhas banhadas pelo mar são visíveis na imagem
Foto: Karen L. Nyberg/Twitter / Reprodução
Observações revelam jatos energéticos se aproximando (cor de rosa e roxo) e afastando (laranja e verde) da Terra
No sítio arqueológico de Stobi, na Macedônia, curiosos se reuniram para observar a chuva de meteoros Perseidas
Foto: Reuters
Stonehenge foi registrada durante a chuva de meteoros
Foto: Reuters
Meteoro cruza os céus do Norte durante fenômeno anual das Perseidas na Califórnia (EUA)
Foto: Reuters
Meteoro brilha nos céus de um vilarejo na Macedônia nesta imagem feita em longa exposição
Foto: AP
A Nasa, agência espacial norte-americana, divulgou imagens do planeta GJ 504b, recém-descoberto por astrônomos. De cor rosa, o exoplaneta (aqueles que pertencem a outro sistema planetário e orbitam uma estrela que não seja o Sol) tem uma temperatura de cerca 237 graus Celsius (°C) e pesa cerca de quatro vezes a massa de Júpiter
Foto: NASA's Goddard Space Flight Center/S. Wiessinger / Divulgação
Imagem mostra duas nuvens de gás brilhante, a NGC 2014 (à direita) com uma forma irregular e em tons de vermelho e a NGC 2020, redonda e azul
Foto: ESO / Divulgação
Sonda Curiosity completa um ano de pesquisas em Marte. Jipe-robô custou US$ 2,5 bilhões
Foto: Reuters
Tempestades sucessivas se movem sobre a Ásia no final de julho. "Os relâmpagos foram impressionantes!", relata a astronauta Karen Nyberg
Foto: Karen L. Nyberg/Twitter / Reprodução
O nascer do Sol sobre o horizonte ainda obscuro - com a Lua ao fundo - foi registrado pela astronauta americana Karen Nyberg, única mulher atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional. O limiar do dia na Terra é conferido de perto pelos integrantes da Expedição 36 cerca de 15 vezes a cada 24 horas. Veja outras imagens do espaço em agosto.
Foto: Karen L. Nyberg/Twitter / Reprodução
Compartilhar
Publicidade
BBC News Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC News Brasil.