Não é o seu celular, nem o seu dedo: sensor de impressões digitais de smartphone pode falhar quando está frio
No inverno, leitor de impressões digitais pode falhar com mais frequência porque o ar é mais seco, a pele perde umidade e sua condutividade diminui
No inverno, a mesma coisa pode começar a acontecer repetidamente: colocar o dedo no leitor, ver o celular vibrar, mas... e nada. Às vezes, até funciona de primeira, outras vezes parece que a impressão digital parou de ser reconhecida de um dia para o outro. O estranho é que não se trata de uma falha constante.
A primeira coisa que vem à mente é que o sensor está com defeito, que há algo errado com a tela ou que você registrou sua impressão digital incorretamente. Então você percebe um padrão bastante peculiar: acontece principalmente quando você vem da rua, quando suas mãos estão frias ou quando o ambiente está seco e você nota a pele mais áspera.
A boa notícia é que não se trata de uma impressão aleatória. A má notícia é que nem sempre você resolve o problema mexendo nas configurações. A explicação reside em algo muito simples: um leitor de impressões digitais não analisa apenas o seu dedo, ele também leva em consideração como a sua pele reage à temperatura, umidade e condutividade.
O que acontece com o seu dedo quando está frio?
O frio traz dois efeitos bastante problemáticos. O primeiro é que o ar tende a ter menos umidade e a pele resseca mais facilmente. Quando a impressão digital está mais seca, pode haver menos contraste entre as cristas e os vales, e a imagem capturada pelo sensor fica com pior qualidade, como se faltasse definição.
O segundo efeito é fisiológico: com o frio, o fluxo sanguíneo na superfície da pele diminui porque o corpo prioriza a conservação do calor. ...
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